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Conselhos independentes de investimento

Vale a pena investir em fundos de investimento imobiliário?

Data da publicação: 22/11/2017

Analisámos 13 fundos de investimento imobiliário e concluímos que a perspetiva geral não é muito positiva.

A ladainha de há alguns anos a esta parte tem sido repetida vezes sem conta: “os depósitos a prazo não rendem, as ações e os fundos de investimento ainda tentam recuperar a confiança dos investidores, passados os anos da crise”. O que sobra então para quem tem cinco ou dez mil euros parados, à espera de ação?

 

Os fundos de investimento imobiliário (FII) abertos podem ser uma solução para quem procura ganhos mais robustos e, não tendo medo do risco, ainda não encara a instabilidade do mercado de ações de peito aberto.

 

Há fundos que investem em imóveis residenciais ou comerciais para depois os arrendarem. É simples. Outros dão o salto para o risco, investindo em bens imóveis de empresas que estejam em processos de reestruturação financeira, resultantes de negociação de crédito, ou adquiridos pela banca em reembolso de crédito próprio. Alguns estão abertos a investidores particulares.

 

Simulámos um cenário para o retorno estimado para os próximos cinco anos com um investimento de 10 mil euros. Tivemos em conta as rentabilidades passadas no mesmo período, os encargos de subscrição e resgate e a retenção na fonte de 28% sobre os ganhos. Se já tem os fundos que apresentamos, siga as nossas recomendações. Se não os comprou, não o faça nos tempos que correm.

 

Em recuperação

 

A performance dos FII tem melhorado, ao sabor da economia, quando se compara o período entre o final de setembro deste ano com o mesmo período em 2016. Podemos medir a importância dos FII pelo seu valor líquido global. Atualmente, valem metade da poupança dos portugueses, 4% do PIB.

 

Mas, em alguns casos, os fundos continuam em terreno negativo. A exceção desta tendência de melhoria foi o fundo Imopoupança, que apresentava uma rentabilidade anual de 2,8% face à obtida em setembro de 2016, de 3,4%. Mesmo os fundos que em setembro do ano passado apresentavam rentabilidades negativas para o período de um ano tiveram uma boa recuperação. Alguns passaram para terreno positivo, como é o caso do Imonegócios, do Valor Prime (antigo Finipredial), da NB Logística e do Fundimo.

 

Para apurar a rentabilidade líquida ao fim de cinco anos, considerámos os dois fundos com a melhor rentabilidade positiva nos últimos cinco anos e que não cobram comissões de resgate. Este exercício permitiu-nos concluir que, no final do prazo, só entre encargos de subscrição e impostos, o investidor perde cerca de 1% de rentabilidade do retorno potencial (aproximadamente 450 euros). A comissão de subscrição em alguns casos, como no do Imopoupança, é bastante penalizadora.

 

Quer saber como avaliar um bom FII nestes tempos de incerteza?

Consulte este e outros estudos na edição de novembro da Proteste Investe.

 

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