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Conselhos independentes de investimento

Setembro: ações destacam-se

Data da publicação: 10/10/2017

Onda de otimismo continua a sustentar uma boa evolução das bolsas e dos fundos de ações.

 

A  chegada do outono trouxe mais desafios para a zona euro. Na Alemanha, Angela Merkel foi reeleita como se esperava, mas terá de encontrar e gerir uma coligação para um governo maioritário. Em França, a popularidade de Macron caiu e a oposição à reforma das leis laborais aumentou. Finalmente, em Espanha, a questão sobre a independência da Catalunha atingiu dimensões preocupantes.

 

Nos Estados Unidos, o mês foi marcado pelos furacões que atingiram o país e a guerra de palavras com a Coreia do Norte. Mas o mais impactante é que Donald Trump abandonou a tentativa de acabar com o denominado Obamacare e irá, finalmente, dar prioridade à reforma fiscal. Se efetivamente avançar e for aprovado pelo Congresso, o corte anunciado para os impostos sobre os lucros das empresas teria um impacto significativo na atratividade dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, a Reserva Federal confirmou que vai prosseguir o aumento dos juros e já começou a reduzir o seu balanço.

 

Este enquadramento jogou a favor do dólar. Se o euro superou 1,20 dólares durante o mês, acabou aquém da fasquia de 1,18 dólares.

 

Portugal lidera ações

O mês passado foi bastante favorável para a maioria dos fundos de ações. As bolsas continuam a ser impulsionadas pelo otimismo dos investidores em torno do desempenho económico global. A Europa destacou-se com os fundos de ações portuguesas a liderar os ganhos (+6,4%), seguidos pelo Reino Unido (+4,5%) e pela categoria dedicada a toda a zona euro (+4,4%). Também encontramos valorizações nos fundos canadianos (+3,7%), suecos (+3,5%), nipónicos (+2,9%) e norte-americanos (+2,3%).

O panorama foi menos risonho entre os fundos emergentes. Por norma, a expectativa de subida de juros nos Estados Unidos coloca alguma pressão sobre algumas bolsas. Em setembro, os fundos de ações do Brasil ganharam 3,9% e as ações chinesas avançaram +1,3%, mas deparamo-nos com quedas nas categorias dedicadas à Índia (-2,4%), México (-3,1%) e África do Sul (-4,9%). Não obstante, a longo prazo, o efeito das taxas americanas não retira o potencial económico subjacente aos países emergentes mais sólidos.

 

Dívida ‘flat’

Nem todos os fundos de obrigações tiveram um mês particularmente feliz. Por um lado, as categorias dedicadas aos grandes mercados de dívida (euro e dólar americano) ficaram relativamente inalteradas face ao mês anterior. Se, na zona euro, o Banco Central Europeu não alterou o rumo da política monetária, nos EUA, a subida dos juros das obrigações foi compensada pela apreciação do dólar face à moeda única. Por outro, as divisas escandinavas (coroa sueca e norueguesa) foram bastante penalizadas pelo fator cambial e os respetivos fundos de obrigações registaram desvalorizações em torno de 2%. Com efeito, em setembro, a maioria das divisas europeias depreciaram-se face ao euro.

A divergir da tendência geral, tivemos subidas nas categorias de dívida em libras esterlinas (+3,3%) e em reais brasileiros (+1,4%). No primeiro caso, deveu-se claramente às declarações oriundas do Banco de Inglaterra, sobre a hipótese de subir os juros para travar a inflação, e que valorizaram a libra. De momento, as obrigações GBP continuam afastadas das nossas estratégias, com a incerteza do Brexit a ser um fator incontornável.

 

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