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Semana em bolsa: EUA em contraciclo

Data da publicação: 10/04/2018

Apesar de terem aumentado novamente os receios de uma guerra comercial, sobretudo entre os Estados Unidos e a China, as bolsas fecharam a semana maioritariamente positivas, com exceção das praças americanas. Lisboa seguiu o sentimento positivo da Europa mas subiu apenas 0,2%.

Últimos resultados anuais

 

A bolsa nacional seguiu a tendência positiva das suas congéneres europeias e fechou a semana com um ganho ligeiro de 0,2%, elevando a valorização acumulada desde o início do ano para 0,5%.

 

Refletindo o aumento global da volatilidade, o setor de media destacou-se pela positiva, com a Cofina (+13,8%) a liderar os ganhos e a Impresa a valorizar 2,4%.

 

Realce igualmente para a subida de 3,2% da Galp Energia e de 0,5% da EDP Renováveis, que fixou um novo máximo histórico acima dos 8 euros por ação.

 

Pela negativa, e a coincidir com as últimas apresentações de resultados anuais das empresas nacionais, esteve a Mota-Engil (-5,8%), que liderou as perdas, depois de ter apresentado uma inesperada queda de 97% do lucro líquido. Contudo, esta descida deve-se a elevados níveis de impostos e interesses minoritários, já que o desempenho operacional e financeiro foi em linha com o previsto.

 

Por sua vez, os lucros da Sonae Indústria (-2%) cresceram 39% mas também ficaram bastante abaixo das previsões.

 

Aumento de volatilidade veio para ficar

 

O período (anormal) de volatilidade muito baixa ficou definitivamente para trás. Os investidores devem esperar que os mercados acionistas estejam mais nervosos e voláteis nos próximos meses.

 

Na semana passada, tivemos mais uma prova disso mesmo, com os investidores a mostrarem-se novamente preocupados com o risco de haver uma guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e com as consequências negativas sobre o crescimento económico mundial que poderão ter as políticas de maior protecionismo.

 

Ainda assim, as bolsas europeias fecharam a semana positivas:

 

Stoxx Europe 50 valorizou 1,5%, liderado pela praça de Milão (+2,3%).

 

Pelo contrário, nos Estados Unidos, o S&P 50 e o tecnológico Nasdaq voltaram a cair 1,4 e 2,1%, respetivamente, evoluindo bastante ao sabor das declarações políticas de um lado e do outro do Pacífico.

 

Setores cíclicos sob maior pressão

 

Numa semana de elevada volatilidade, os setores mais ligados à evolução da conjuntura económica sofreram variações, por vezes, abruptas, embora tenham acabado por ter variações finais pouco significativas. Foi o caso das empresas petrolíferas (+1,6%), de aço (+0,5%) ou de produtos químicos (-0,3%).

 

O setor bancário europeu, apesar de também ter terminado em alta ligeira, foi outro dos que esteve sob pressão.

 

Nota final para a valorização de 3,6% da Engie, que beneficiou de uma recomendação positiva de investimento por parte de um grande banco internacional. Já esta segunda-feira, surgiram rumores de um eventual interesse da empresa francesa na EDP, o que está a impulsionar a cotação da maior elétrica nacional.

 

A SEMANA EM NÚMEROS

BOLSAS

Lisboa

+0,2%

Nasdaq

-2,1%

Frankfurt

+1,2%

Nova Iorque

-1,4%

Londres

+1,8%

Paris

+1,8%

Madrid

+0,9%

Tóquio

+0,5%

Milão

+2,3%

Zurique

-0,8%

AÇÕES NACIONAIS

Cofina

+13,8%

Mota-Engil

-5,8%

Corticeira Amorim

+5,6%

Jerónimo Martins

-3,5%

Galp Energia

+3,2%

Sonae Indústria

-2,0%

Altri

+3,0%

Navigator

-1,3%

Impresa

+2,3%

BPI

-0,5%

Variação das cotações entre 30/03 e 06/04, em moeda local
Maiores subidas/descidas dos títulos nacionais seguidos na PROTESTE INVESTE

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