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Conselhos independentes de investimento

Questões dos investidores: Comprar, manter ou vender?

Data da publicação: 12/03/2018

“Quando estamos num ponto alto do ciclo económico, como o atual, será sensato comprar ações ou fundos de ações? A probabilidade de uma forte correção forte não é elevada? Independentemente de se ter a predisposição de investir a um prazo longo, não é igualmente importante a altura de sair?”

Será essa “subida” interminável? De fato, o período de expansão económica e de subida das bolsas já vai longo. Naturalmente, neste contexto, aumentam as hipóteses de uma crise vir bater à porta e/ou de haver uma correção acentuada dos mercados devido a uma tomada de mais-valias. No entanto, há outros pontos a considerar:

 

Primeiro, vários indicadores bolsistas indiciam que alguns mercados de ações estejam, em média, caros face à sua média histórica. Contudo, também é verdade que a economia global atravessa um momento muito dinâmico, os lucros gerados pelas empresas têm crescido e as políticas monetárias permitem fácil acesso ao financiamento. Ao mesmo tempo, não são visíveis desequilíbrios macroeconómicos suficientemente grandes para fazer descarrilar a economia. O crescente endividamento, por exemplo na China, é um fator de incerteza, mas é solucionável.

 

Segundo, tentar prever os máximos (ou os mínimos) é uma tarefa que raramente conduz a bons resultados. Antecipar e vender precipitadamente no pressuposto de se estar já no ponto máximo, antes de este se concretizar, geralmente implica prescindir de vários anos de ganhos.

 

Entrar no mínimo e sair nos máximos é o sonho de todos os investidores, mas tentar atingi-lo tende a produzir decisões com resultados pouco animadores.

 

Em frente, com prudência

 

Será que faz sentido investir massivamente em ações e fundos de ações? Provavelmente a resposta é negativa. Como é praticamente impossível adivinhar o topo exato do mercado, deve manter parte da carteira alocada às ações para não perder o comboio, mas também não deve reforçar ou continuar a aplicar indiscriminadamente mais dinheiro num comboio já em alta velocidade. Se já possui uma carteira equilibrada, não deverá aumentar a exposição às categorias de maior risco e até pode reduzi-la gradualmente, reinvestindo noutras opções como algumas categorias de fundos de obrigações e em produtos com capital garantido.


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