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Certificados de Aforro: últimas análises

Certificados de Aforro: devo investir neste tradicional produto de aforro? Acompanhe a evolução do rendimento nas nossas análises.



Análises mais recentes

Resgates de Certificados de Aforro triplicaram em 2017

Em 2017, os produtos de poupança de dívida pública sofreram várias alterações. Tanto nos Certificados de Aforro como nos Certificados do Tesouro as alterações trouxeram taxas mais baixas fazendo com que o volume de resgates tenha triplicado.

Produtos de dívida pública abaixo de 1%

Longe vão os tempos em que existiam produtos de aforro do Estado que se destacavam. Os Certificados do Tesouro Poupança Mais foram substituídos, a mais recente emissão de OTRV tinha uma taxa pouco interessante e os Certificados de Aforro oferecem apenas migalhas.

Nova série de Certificados de Aforro exclusivamente digital

Acaba de ser criada a série E dos Certificados de Aforro, com as mesmas condições da anterior. A única diferença é ser exclusivamente digital, ou seja, não há emissão de títulos físicos.

Certificados de aforro em setembro: há séries a render 2%

As séries A e B dos certificados de aforro estão, neste momento, a render 2% líquidos. Se possui alguma destas séries, mantenha.

Taxas dos certificados de aforro continuam a encolher

Não recomendamos a subscrição da atual série D de certificados de aforro. Se tem a série A e B, pode manter. Em relação à série C, depende da data em que subscreveu.

Produtos do Estado sem informação normalizada

O Estado cria regras para as aplicações financeiras dos bancos, mas nos produtos de aforro de dívida pública, como os certificados de aforro ou do tesouro, as regras são outras.

Certificados de aforro caem na preferência dos portugueses

O montante aplicado em certificados de aforro, no ano passado, caiu 42%. Em 2017, o cenário poderá piorar: com o fim dos prémios fixos nas séries B e C, a remuneração é agora bastante mais baixa e os resgates tenderão também a aumentar significativamente.

Certificados de aforro: manter séries B e C sem o prémio?

O final de 2016 marca o fim do prémio fixo de 2,75% bruto na série C e de 1% na série B dos Certificados de Aforro. A remuneração deste produto depende da Euribor. Com taxas abaixo de zero, será que ainda vale a pena manter estas séries?


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