Este website utiliza cookies que facilitam a navegação, o registo e a recolha de dados estatísticos.
A informação armazenada nos cookies é utilizada exclusivamente pela PROTESTE INVESTE. Ao navegar com os cookies ativos consente a sua utilização.
1.º MÊS GRATUITO
Conselhos independentes de investimento

Ganhos em janeiro, apesar da queda final

Data da publicação: 08/02/2018

2018 começou em alta, mas os mercados sofreram um abalo a partir do final de janeiro.

Quem observar a evolução dos fundos de ações em janeiro não adivinha o abanão que as bolsas sofreram nos últimos dias do mês e que se prolongou pelo início de fevereiro. O facto é que os mercados iniciaram 2018 a bater novos máximos e no cômputo total de janeiro, o resultado foi positivo.

 

Quanto à turbulência, há muito que alertamos para o perigo de se negligenciar o risco. Com efeito, nos últimos anos acentuou-se um otimismo incondicional por parte de muitos investidores. As notícias económicas favoráveis são bem recebidas pois sustentam os lucros das empresas. As menos boas também são bem acolhidas porque implicam um prolongamento das políticas monetárias expansionistas.

 

Apesar de considerarmos que a tendência de longo prazo dos mercados acionistas é de valorização, será errado acreditar que o atual período de subida ininterrupta se eternize. O recente sobressalto comprova-o. O aumento dos juros, mesmo que gradual, vai começar a evidenciar fragilidades em muitas empresas, cujo crescimento assentou sobretudo no financiamento barato para investir em atividades pouco rentáveis ou realizar aquisições demasiado dispendiosas. Mas também não há motivos para vender em pânico caso se acentuem ou se repitam quedas nos próximos meses. Há mercados que apresentam melhores fundamentais e estão bem preparados para os desafios. É preciso manter seletividade na escolha dos fundos a subscrever e um nível de diversificação adequado.

 

Em suma, apesar da reta final, janeiro ficou marcado pela valorização da maioria dos fundos de ações. Entre as categorias com ganhos mais elevados encontramos a China (+6,6%), Portugal (+5,2%) e Polónia (4,8%). Trata-se de três mercados que marcam presença nas nossas estratégias. A nossa aposta mais recente, os fundos vocacionados para a bolsa de Tóquio conseguiram +0,8%. Após um excelente mês de dezembro, os fundos da Indonésia e da África do Sul posicionaram-se ligeiramente abaixo da linha de água em janeiro.

 

A evolução dos juros, globalmente em alta, penalizou os fundos de obrigações, mas o comportamento das taxas de câmbio favoreceu os resultados mensais de algumas categorias, como as coroa norueguesa (NOK) e sueca (SEK), ou o real brasileiro (BRL). Em janeiro, estas três moedas apreciaram-se face ao euro, com destaque para o NOK que ganhou 2,7%. Na zona euro, os fundos de taxa fixa ficaram perto da linha de água.

 

O comportamento positivo da maioria das categorias presentes nas nossas estratégias permitiu ganhos no mês passado. As carteiras defensiva, base e agressiva conseguiram 0,9%, 1,5% e 1,6%, respetivamente. Para fazer face às novas oportunidades, fizemos ajustes às estratégias em fevereiro.

 

Rentabilidade média anual
Carteiras
1 ano
3 anos
5 anos
10 anos
Defensiva
5,2%
2,8%
6,5%
5,6%
Base
8,5%
5,1%
8,8%
6,3%
Agressiva
11,7%
6,8%
9,3%
6,1%

Carteiras elaboradas para investir com um horizonte de 10 anos, sendo o prazo mínimo recomendado de 5 anos.
Variações brutas (antes de impostos) calculadas em 31/01/2018. As rentabilidades passadas não garantem ganhos futuros, nem são indicador fiável de ganhos futuros.

 


Avaliação a pedido

Analisamos o seu produto financeiro

a minha carteira

Teste as suas estratégias de investimento
Criar  

Conteúdo reservado para subscritores X

Vantagens exclusivas

  • Conselhos isentos
  • Avaliação de produtos financeiros
  • Carteiras de ações e de fundos

"Sigo os conselhos da Proteste Investe e, este ano, estou a ter uma rentabilidade de 5% na minha carteira de investimento."