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  • Certificados de Aforro: 55 anos de vida e taxas a descer em janeiro
Análise

Certificados de Aforro: 55 anos de vida e taxas a descer em janeiro

Há 5 anos - 4 de janeiro de 2016
Os Certificados de Aforro cumprem 55 anos de existência. Já passaram por muitas fases e quatro séries, com taxas bem melhores do que as atuais. Já tiveram períodos em que os resgates foram superiores às novas aplicações. A atual série D rende pouco e atrai cada vez menos aforro.

Série A: no tempo de Salazar

Esta aplicação foi criada por Decreto-Lei a 30 de dezembro de 1960, ainda no tempo de Oliveira Salazar. O objetivo deste produto era fomentar a poupança das famílias e a série A manteve-se em subscrição até 1986. Muitos Certificados desta série não foram ainda resgatados. Este produto tem características semelhantes às dos Certificados da série B emitidos antes de Julho de 1986, com diferença no valor nominal de cada unidade que é de 0,34916 euros. As operações relacionadas com Certificados de Aforro da Série A podem ser efetuadas no posto de atendimento ao público da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), sito na Avenida da República, 57 – 1º, em Lisboa, das 9 às 16 horas.
Esta série rende 2% brutos, ou seja, 1,4% líquidos. Não é tão interessante como as séries posteriores (B e C), mas pode manter, caso tenha.

 

Série B: a mais popular

Em junho de 1986 nasceu a série que se tornou mais popular junto dos aforradores e vigorou até 2008. É também a série de maior volume e a mais emblemática.
Quem tem esta série está a receber, atualmente, 2,2% de rendimento líquido. Se tem, deve manter.

 

Série C: o período negativo e a inversão

Esta série foi criada em janeiro de 2008, tendo sido posteriormente alterada ao sabor de diferentes interesses polícos. Primeiro em fevereiro de 2009, com alterações que muito prejudiram o rendimento desta aplicação e levaram a uma saída em massa de poupanças; e depois, em agosto de 2012, cujas alterações beneficiaram esta aplicação. Nessa altura, introduziu-se um prémio extraordinário de 275 pontos base, que fez renascer estes títulos como fonte de financiamento do Estado e inverteu a tendência que durou anos, em que os resgates eram superiores às novas aplicações. As subscrições foram encerradas em janeiro de 2015 e foi iniciada uma nova série.
Para quem tem esta série, a taxa base é de 2,1% líquidos. Ainda assim, é um rendimento superior aos melhores depósitos a prazo do mercado. Por isso, se tem esta série, deverá manter.

 

Série D: a mais pobre


É a série atualmente em subscrição e foi lançada em fevereiro de 2015. Não tem ainda um ano de existência. As baixas taxas oferecidas desde o início não têm atraído muitos aforradores.
O montante mínimo exigido para subscrição é de 100 euros. Capitaliza juros trimestralmente por um período máximo de 10 anos. A taxa de juro é calculada todos os meses no antepenúltimo dia útil do mês, para vigorar durante o mês seguinte, segundo a seguinte fórmula: E3 +1%, em que E3 é a média dos valores da Euribor a três meses observados nos dez dias úteis anteriores, sendo o resultado arredondado à terceira casa decimal. Da aplicação da referida fórmula não poderá resultar uma taxa base superior a 3,5% bruta, nem inferior a 0%. Em janeiro a taxa base desceu mais um pouco face ao mês anterior e rende apenas 0,6% líquidos, como pode ver aqui. Esta série é muito menos atrativa do que as anteriores. Por essa razão, não recomendamos a subscrição. Se pretende aplicações de capital garantido, procure os melhores depósitos a prazo ou os Certificados do Tesouro Poupança Mais.

 

CTPM: os outros Certificados

O principal concorrente dos Certificados de Aforro, são os Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM). Este produto foi criado em outubro de 2013 e, desde o início, são interessantes para os aforradores. Com o prazo máximo de cinco anos e pagamento anual de juros diretamente na conta bancária. É um produto diferente dos CA, já que é mais para médio e longo prazo. O rendimento é crescente, variando entre 1,25% e 3,25% bruto.E, nos últimos dois anos, poderá ainda haver um bónus dependente do crescimento do PIB. Pode subscrever. Consulte aqui as taxas dos CTPM.

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