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Conselhos independentes de investimento

Compra da Media Capital pela Altice agita mercado

Data da publicação: 17/07/2017

A maioria dos mercados registou boas valorizações numa semana em que a Reserva Federal afastou os receios de uma subida abrupta nas taxas de juro. Em Portugal, o setor de media mexeu com o mercado.

Lisboa entre as maiores valorizações

A bolsa de Lisboa acabou a semana com uma valorização expressiva de 2,9%, destacando-se entre as suas congéneres, e elevando o ganho acumulado em 2017 para 13,3%.

A Pharol (+10,1%) continua muito volátil, num sobe e desce que espelha o fluxo de notícias e rumores ora positivos, ora negativos. Numa perspetiva de investimento a longo prazo o seu interesse é muito limitado, pelo que vamos deixar de acompanhar o título.

O setor de media esteve em destaque, com a compra da Media Capital (dona da TVI) pela Altice, o que aumentou as expectativas sobre eventuais ofertas de compra por outras empresas do setor. A Cofina ganhou 7%. Por sua vez, a Impresa perdeu 7,0% na semana, embora tenha recuperado 9,4% na sessão de sexta-feira. Mas é de levar em conta que já mais que duplicou o seu valor em 2017: se seguiu o nosso anterior conselho de compra e detém em carteira a Impresa, está a acumular uma valorização de 126% em 2017. Mantenha o título em carteira.

O BCP registou um ganho sólido (+5,3%), numa semana em que surgiram rumores que estará interessado na compra de alguns ativos do Deutsche Bank na Polónia, uma operação que contudo não deverá ter um impacto muito significativo.

A Corticeira Amorim (-1,7%) esteve entre as poucas ações em queda, na semana em que lamentou a morte do seu histórico líder, Américo Amorim, personalidade incontornável entre os industriais portugueses.

 

Janet Yellen tranquiliza os investidores

Nos Estados Unidos, as declarações da presidente do banco central agradaram aos mercados. A autoridade monetária americana não tem pressa em aumentar as suas taxas de juro de curto prazo, e eventuais subidas serão de pequena amplitude. Estes comentários diminuíram a incerteza, ao esclarecer que o aumento será muito progressivo.

Os investidores aguardam agora a publicação dos resultados das empresas americanas e europeias. Veremos se a subida das cotações nos últimos meses é justificada pelo aumento dos lucros e melhoria das perspetivas. Os primeiros resultados dos bancos americanos foram recebidos com frieza. Na última semana, o S&P 500 ganhou 1,4% e o Stoxx Europe 50 1,7%.

 

Setor tecnológico em alta

As empresas de tecnologia terminaram a semana positivas, com +1,8% para o Nasdaq e +2,8% para o índice mundial. O segmento dos semicondutores valorizou +4,2% (+37,6% nos últimos 12 meses). O setor beneficia de uma procura acrescida de componentes para fins como o armazenamento de dados ou a inteligência artificial, além das expectativas relativamente ao desenvolvimento de viaturas autónomas. As barreiras à entrada são significativas (são necessários grandes investimentos), o que limita a concorrência e permite aos gigantes do setor impor mais facilmente os seus preços.

 

A SEMANA EM NÚMEROS
BOLSAS
Lisboa
2,9%
Nasdaq
2,6%
Frankfurt
2,0%
Nova Iorque
1,4%
Londres
0,4%
Paris
1,8%
Madrid
1,6%
Tóquio
1,0%
Milão
2,3%
Zurique
1,7%
AÇÕES NACIONAIS
Pharol
10,1%
Impresa
-7,0%
Cofina
7,0%
Corticeira Amorim
-1,7%
BCP
5,3%
BPI
0,0%
EDP
4,6%
Sonae Indústria
0,0%
Sonae
3,8%
Sonae Capital
0,3%


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