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China no bom caminho

Data da publicação: 09/08/2017

A economia da China continua dinâmica ao mesmo tempo que abranda para um ritmo mais sustentável de crescimento.

 

Em julho, os preços do consumidor subiram apenas 0,1% em relação ao mês anterior. Nos últimos seis meses, os preços diminuíram por quatro vezes e mal avançaram nos restantes. Como resultado, a taxa de inflação permanece baixa: 1,4% em julho contra 1,5% nos dois meses anteriores e 2,5% em janeiro.

 

As fracas pressões inflacionistas resultam principalmente do declínio de 1,1% nos preços dos alimentos nos últimos 12 meses. Mas também são fruto da diminuição da procura interna orquestrada por Pequim, pois o crescimento na primeira metade do ano ultrapassou o objetivo oficial de 6,5%.

 

O abrandamento também impactou as importações que mostram o menor crescimento homólogo desde dezembro de 2016, apesar do aumento das entradas de matérias-primas. As exportações, por seu turno, avançaram 7,2% graças ao dinamismo económico dos dois principais clientes da China, a zona euro e os Estados Unidos. Relativamente aos EUA, o excedente comercial chinês subiu 5,9% face ao mesmo período de 2016. Uma evolução que não contribuirá para apaziguar as tensões entre Pequim e Washington.

 

Em termos gerais, as últimas estatísticas são tranquilizadoras. A economia da China continua a ser dinâmica ao mesmo tempo que abranda para um ritmo mais sustentável. Os fundos de ações chinesas permanecem incontornáveis nas nossas estratégias de investimento.


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