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Conselhos independentes de investimento

Carteiras ganham e Japão entra

Data da publicação: 10/10/2017

Em setembro, as carteiras recomendadas evoluíram favoravelmente impulsionadas pelo desempenho dos fundos de ações.

Alguns dos mercados de obrigações incluídos nas estratégias não estiveram particularmente bem em setembro mas, mais do que foram compensados pelo desempenho dos fundos de ações.

 

A carteira defensiva valorizou 0,8%, a base progrediu 1,1% e a agressiva avançou 1,5%. Recorde-se que em agosto, os ganhos assentaram na valorização dos mercados emergentes e no bom comportamento das obrigações euro e em coroa sueca, enquanto os fundos dedicados às bolsas ocidentais perderam terreno.

 

Por outras palavras, a diversificação das carteiras está, como se pretende, a revelar-se eficaz em cenários de mercado diferentes. Nos últimos doze meses, os ganhos variam entre 4,7% da defensiva e 13,7% da agressiva, passando pelos 8,8% da base.

 

Para seguir facilmente os nossos conselhos dispõe dos fundos Optimize Selecção Defensiva B, Optimize Selecção Base B e Optimize Selecção Agressiva B.

 

Estratégia agora com sol nascente

 

A bolsa de Tóquio alcançou o nível mais alto em dois anos, beneficiando do bom momento de forma da economia japonesa.

 

A conjuntura global favorável, conjugada com um iene que permanece subavaliado, oferece uma vantagem competitiva aos exportadores japoneses. Além disso, as eleições antecipadas deverão permitir reforçar a continuidade do rumo do governo e da política monetária do Banco do Japão.

 

Shinzo Abe será, muito provavelmente, reeleito primeiro-ministro. Embora as principais reformas estruturais ainda estejam por avançar, a melhoria económica e a subvalorização do iene tornam as ações japonesas relativamente mais atrativas.

 

Com essa premissa passamos a dedicar 5% das nossas carteiras à bolsa de Tóquio. Como contrapartida retiramos 5% das obrigações em euro.

 
 
 

Rentabilidade média anual
Carteiras
1 ano
3 anos
5 anos
10 anos
Defensiva
4,7%
5,0%
6,7%
4,8%
Base
8,8%
6,9%
8,8%
4,9%
Agressiva
13,7%
7,9%
9,5%
4,5%

Carteiras elaboradas para investir com um horizonte de 10 anos, sendo o prazo mínimo recomendado de 5 anos.
Variações brutas (antes de impostos) calculadas em 29/09/2017. As rentabilidades passadas não garantem ganhos futuros, nem são indicador fiável de ganhos futuros.

 


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"Sigo os conselhos da Proteste Investe e, este ano, estou a ter uma rentabilidade de 5% na minha carteira de investimento."