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As três companhias que o iPhone matou

Data da publicação: 12/09/2017

O lançamento do iPhone 8 é o mais recente passo da Apple numa luta entre titãs que, ao longo dos anos, foi deixando pelo caminho gigantes das telecomunicações como a Nokia, a Motorola e a Blackberry.

Em 2007, o cofundador da Apple, Steve Jobs, apresentava ao mundo o iPhone, um dispositivo móvel que combinava três aparelhos em apenas um. O iPhone seria o primeiro “golpe” da Apple na luta entre gigantes das telecomunicações.

 

O novo iPhone 8 (lançado hoje) celebra o décimo aniversário do modelo original. Em apenas dez anos, a Apple contribuiu para a quase extinção de três dos grandes fabricantes de telemóveis do mundo, conforme relata um artigo do portal Investopedia.

 

A Nokia liderou o mercado de telemóveis por mais de três décadas

 

A Nokia, que chegou a estar muito perto de fechar, foi vendida à Microsoft em 2013 depois de liderar o mercado por mais de três décadas.

 

Fundada em 1865, a empresa finlandesa tornou-se no maior fabricante de dispositivos móveis a partir dos anos 80 do século 20. O seu primeiro telefone móvel foi lançado em 1987 e, apesar do peso e custos elevados, desapareceu das prateleiras logo após o seu lançamento.

 

Em 1990 o fabricante introduziu o primeiro telefone móvel com a tecnologia GSM, o Nokia 1011, capaz de armazenar 99 contactos, fazer chamadas até 90 minutos e enviar mensagens de texto (SMS).

 

Em 2000 a Nokia mantinha-se líder de mercado chegando a ser transacionada em bolsa a 50 dólares por ação. Em 2003 introduziu o telemóvel mais vendido de sempre, o Nokia 1100, que vendeu mais de 250 milhões de unidades. Este modelo ficou famoso pelo jogo da serpente que surgiu com esse modelo.

 

Tal como aconteceu com outras companhias, o ano de 2007 foi o principio do fim para a Nokia. Juntamente com a euforia do lançamento do iPhone, a companhia finlandesa teve de retirar do mercado cerca de 46 milhões de dispositivos móveis devido a um defeito na bateria. Desde esse momento, as ações da empresa entraram na queda que determinou a venda parcial à Microsoft.

 

A Motorola foi pioneira em comunicações de rádio

 

A outra vitima do iPhone foi a Motorola. Fundada em 1928, a empresa norte-americana foi pioneira na produção de rádios FM portáteis, usados pelo exercito americano. Mais tarde, ficou famosa pelos telemóveis RAZR mas a Motorola acabaria por entrar na corrida dos smartphones tarde demais e, quando a Apple lançou o iPhone, as ações da Motorola entraram em declínio. A empresa acabaria por ser divida em duas empresas públicas independentes em janeiro de 2011.

 

No entanto, ao contrário da Nokia e da Blackberry, a Motorola mantém uma quota de mercado estável sobretudo após o acordo com o Google para usar o sistema Android nos seus dispositivos.

 

Blackberry foi o modelo preferido dos empresários

 

A história da Blackberry é feita de altos e baixos. De um valor de 84 dólares por ação a empresa desceu para os atuais 9 dólares.

 

A companhia foi pioneira em trazer o serviço de correio eletrónico para os seus dispositivos móveis permitindo aos utilizadores receberem e-mails de trabalho com segurança a qualquer hora e em qualquer lugar. Essa opção tornou a empresa muito popular sobretudo entre os empresários e os lideres mundiais. A Blackberry ficou também famosa pelos teclados QWERTY.

 

Em 2007, as ações da companhia eram transacionadas a um valor máximo de 236 dólares. Quando o iPhone foi anunciado, a Blackberry desvalorizou o novo modelo da Apple pensando que se trataria de um telemóvel para um público mais jovem mas o iPhone tornou-se popular entre todas as faixas etárias. Começou assim o declínio de mais um gigante de telemóveis.

 

Por outro lado, a Samsung mantém-se firme na luta pelo mercado de telemóveis

Outro gigante do setor das comunicações é a sul-coreana, Samsung, que se mantém firme na guerra dos smartphones. O fabricante dos Galaxy é o único que mantém o valor das ações alto desde o lançamento do primeiro iPhone em julho de 2007.

 
 

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