Este website utiliza cookies que facilitam a navegação, o registo e a recolha de dados estatísticos.
A informação armazenada nos cookies é utilizada exclusivamente pela PROTESTE INVESTE. Ao navegar com os cookies ativos consente a sua utilização.
1.º MÊS GRATUITO
Conselhos independentes de investimento

Após as quedas, bolsas acalmam

Data da publicação: 07/02/2018

O receio de uma rápida subida dos juros levou a uma correção dos mercados durante vários dias. O que fazer perante o regresso da volatilidade?

Os bons números do emprego nos Estados Unidos, divulgados na sexta-feira passada, e o aumento dos salários estão a suscitar receios junto dos investidores. Com efeito, para manter a rentabilidade, as empresas norte-americanas terão de elevar os preços de venda dos seus produtos e serviços impulsionando a inflação. Esta perspetiva, por seu turno, aumenta a probabilidade de uma aceleração no aumento das taxas de juro.

 

Quais as consequências?

A subida dos juros mais rápida preocupa os investidores, levou a uma correção nos mercados acionistas e eliminou os ganhos acumulados desde o início do ano. Por um lado, as empresas mais dependentes da dívida para se financiar veem os custos disparar. Por outro, o aumento das taxas de juro reduz automaticamente o valor futuro dos lucros das empresas e as respetivas cotações.

 

O nervosismo que atingiu os mercados surge após a forte valorização dos índices nos últimos meses. Como as boas notícias em termos económicos (crescimento global dinâmico, reforma fiscal de Trump, etc.) e empresariais (lucros em alta, compra de ações próprias, subida dos dividendos.) já estão bem refletidas nas cotações, os receios do aumento dos juros funcionou sobretudo como um pretexto para a tomada de mais-valias. Por isso, não nos surpreende este regresso da volatilidade.

 

Na conjuntura atual é provável um maior nível de oscilações nas bolsas. A volatilidade dos últimos meses foi anormalmente baixa. O novo cenário bolsista que parece agora emergir está mais em linha com o risco inerente às ações.

 

No entanto, a maior volatilidade não retira interesse às ações, desde que a inflação seja impulsionada pelo crescimento económico e pelo bom desempenho das empresas. Dois fatores que estão a fazer o seu trabalho nos Estados Unidos e na Europa. Como resultado, continuamos a recomendar o investimento em ações que consideramos ter potencial de valorização.

 

Como adaptar a sua carteira de ações?

 

- Venda as ações que estão caras. Esses títulos são os mais expostos quando há movimentos de correção;

- Certifique-se de que nenhuma ação assume demasiada preponderância, reduzindo o seu peso, e mantenha um bom nível de diversificação (pelo menos 10 títulos de diferentes setores e mercados);

- Aproveite o recuo das cotações para (re)investir em empresas de qualidade cuja cotação foi demasiado penalizada (veja os nossos conselhos)

 

Avaliação a pedido

Analisamos o seu produto financeiro

a minha carteira

Teste as suas estratégias de investimento
Criar  

Conteúdo reservado para subscritores X

Vantagens exclusivas

  • Conselhos isentos
  • Avaliação de produtos financeiros
  • Carteiras de ações e de fundos

"Sigo os conselhos da Proteste Investe e, este ano, estou a ter uma rentabilidade de 5% na minha carteira de investimento."