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Conselhos independentes de investimento

Análise mensal de fundos: investidores continuam otimistas

Data da publicação: 11/05/2018

Após dois meses sob pressão, a maioria dos fundos de ações voltou a presentear os investidores com boas valorizações.

A época de divulgação resultados trouxe boas notícias. A maioria das empresas internacionais revelou um bom desempenho no primeiro trimestre de 2018, o que contribuiu para trazer de volta o otimismo dos investidores.

 

Outros fatores de risco, que marcaram a atualidade de início do ano, também se tornaram menos evidentes. Por um lado, há uma clara diminuição das tensões na península coreana. Por outro, a retórica da guerra comercial preconizada por Trump está a ser amenizada por processos negociais, nomeadamente com a China. Por fim, o caso Facebook e o “perigo” de regulamentação das tecnológicas parece já ter caído no esquecimento.

 

Sem novidades, o otimismo continua igualmente a ser sustentado pelo bom desempenho da economia global, a contenção da inflação e o baixo nível dos juros. De facto, nestas variáveis é altamente improvável que surjam grandes alterações a curto prazo.

 

Com os baixos juros, os investidores continuam a ser atraídos a qualquer preço pelos mercados de ações e, na dívida, os bancos centrais ainda suportam o valor das obrigações. É um cenário idílico que poderá levar as bolsas a atingir novos máximos e prolongar a ascensão meteórica da última década.

 

Por isso, é imprescindível continuar com uma carteira de investimentos exposta aos mercados. Porém, negligenciar os riscos seria um erro crasso.

 

Na linha da frente, a saída dos Estados Unidos do acordo multilateral com o Irão poderá estimular ainda mais o preço do petróleo e fazer subir a inflação mais rapidamente do que o esperado.

 

Segue-se a possibilidade de um fracasso imediato nas negociações com a China e no âmbito da NAFTA. Além disso, as elevadas valorizações de muitas empresas assumem que poderão continuar a crescer a ritmos impressionantes, enquanto outras supõe-se que conseguirão financiar os prejuízos eternamente até que, um dia, deem lucro... Esses são apenas alguns dos riscos identificáveis, sendo que as crises surgem muitas vezes por motivos inesperados. Mantenha a prudência e uma carteira bem diversificada.

 

Europa lidera

É em maio que se comemora o dia da Europa, mas os fundos dedicados ao velho continente anteciparam os festejos e lideraram as valorizações no mês passado.

 

Mais precisamente, coube à Grécia (+9,5%) e ao Reino Unido (+6,3%) os lugares de topo, curiosamente o último “mau aluno” da zona euro e o divorciado da UE. O primeiro mercado não está no nosso radar, mas as ações britânicas continuam a pesar 10% nas nossas carteiras. Em média, os fundos que abrangem a zona euro conseguiram 4,5% e os especializados na bolsa de Lisboa ficaram-se por 3,2%.

 

Nos emergentes, os resultados também foram positivos. A categoria de ações da Índia destacou-se com 5,4%, seguida do México com 4,3%. O primeiro país está finalmente a tirar frutos do processo de desmonetização da economia que, inicialmente, causou inúmeros estrangulamentos. O segundo parece já ter passado a fase da ressaca pós-eleição de Trump. Contudo, ainda é cedo para tirar conclusões mais definitivas e estes mercados permanecem fora das nossas recomendações.

 

Entre os piores do mês, encontramos os fundos de ações da Rússia (-4,9%) e da Turquia (-8,7%). Após as fortes quedas, estes mercados estão mais atrativos, mas o seu nível de risco permanece demasiado elevado para justificar o investimento. A recente subida do dólar é também um fator extra de preocupação para os emergentes mais dependentes do financiamento externo, como a Turquia.

 

Dólar avança

A moeda norte-americana esteve em destaque face ao euro. Alguns indicadores revelam um abrandamento ligeiro da economia europeia, o que poderá levar o Banco Central Europeu a manter por mais tempo a política expansionista.

 

Nesse cenário, aumentaria o diferencial de juros entre os dois lados do Atlântico. A entrada em fevereiro (e reforço em março) dos fundos de obrigações USD nas nossas carteiras está, por isso, a dar os seus frutos.

 

Em abril, registaram uma valorização média de 0,8% superando outras categorias de dívida, onde o efeito cambial não foi favorável e as quedas predominaram.

 

Na zona euro, onde “jogam” apenas as taxas de juro, os respetivos fundos recuaram ligeiramente (-0,2%).

 

Por seu turno, a coroa sueca voltou a dececionar. A divisa está claramente subvalorizada, mas o banco central da Suécia tem evitado a apreciação da divisa, uma política que poderá deixar de ser uma realidade a médio prazo.

 

Carteiras recuperam

Em abril, as nossas estratégias também voltaram a apresentar ganhos. O bom desempenho da maioria das bolsas que estão entre as nossas preferidas impulsionou os resultados mensais. Os três fundos Optimize Selecção, que copiam as carteiras defensiva, base e agressiva, valorizaram 0,8%, 1,2% e 1,7%, respetivamente.

 

No quadro seguinte passamos a incluir a rentabilidade média anual destes fundos nos últimos doze meses e 2 anos. Para 5 e 10 anos apresentamos apenas a evolução das carteiras teóricas, dado que os fundos Seleção ainda não possuem histórico suficiente.

 

Recorde-se que os subscritores da PROTESTE INVESTE que invistam nestes têm direito a um prémio anual de 0,6% e que não se encontra refletido na valorização das unidades de participação.

 

 

RENTABILIDADE MÉDIA ANUAL

Fundo Optimize Selecção*

Defensiva

Base

Agressiva

1 ano

-2,0%

-1,2%

-0,7%

2 anos

1,7%

4,3%

6,7%

Carteira**

Defensiva

Base

Agressiva

5 anos

5,2%

7,3%

7,7%

10 anos

5,5%

6,1%

5,8%

 

* Segue a política da carteira teórica. Como subscritor da PROTESTE INVESTE recebe ainda um prémio anual de 0,6% e que acresce ao desempenho do fundo.

**Carteira teórica elaborada para investir com um horizonte de 10 anos, sendo o prazo mínimo recomendado de 5 anos


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