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A semana em bolsa: euro, valor de refúgio?

Data da publicação: 11/09/2017

O euro continuou forte face ao dólar americano, numa semana marcada por tensões geopolíticas (Coreia do Norte) e perturbações climáticas. Em Lisboa, o BCP arrastou o PSI-20 para várias sessões negativas.

Lisboa perde quase 2%

O principal índice de referência da bolsa nacional caiu 1,8% na semana passada, seguindo a tendência da maioria dos principais mercados acionistas.

 

Um dos fatores que pesou no desempenho do índice foi o BCP (-6,5%), que registou várias sessões negativas (incluindo uma perda de 7% na sessão de quinta feira). Ainda assim, a queda foi atenuada por uma impressionante inversão de tendência na sexta feira, sessão que terminou com um ganho superior a 6%.

 

Ainda assim, foi o setor dos media que liderou as perdas: a Impresa (-25,6%) perdeu mais de um quarto do seu valor em bolsa, ao anunciar que iniciou um processo formal de avaliação do seu portfólio de publicações. Por sua vez, a Cofina (-9,1%) também registou perdas pesadas.

 

A semana foi negativa também para as empresas mais exportadoras, penalizadas pela depreciação do dólar face ao euro, como a Altri (-3,2%), Corticeira Amorim (-3,6%), Semapa (-2,8%) e Navigator (-1,6%).

 

Entre as empresas que seguimos, a liderar os ganhos esteve a construtora Mota-Engil (+3,2%), que continua a recuperar após os resultados que apresentou no final de agosto.

 

Por fim, a Sonae Indústria (+1,4%) divulgou as contas semestrais na semana passada. Os resultados foram bastante positivos, chegando mesmo a exceder ligeiramente as nossas estimativas, nomeadamente no que se refere à rentabilidade e aos custos financeiros.

 

Desarmar a tensão

A semana começou no vermelho, devido às tensões na península coreana. Os investidores ficaram menos inquietos depois de, nos Estados Unidos, Republicanos e Democratas terem conseguido chegar a um acordo para aumentar o teto da dívida federal.

 

O discurso do presidente do Banco Central Europeu (BCE) foi igualmente bem recebido pelos mercados. A instituição deixar as taxas de referência inalteradas (como se esperava) e prepara-se para modificar as suas compras de ativos (fará os primeiros anúncios até ao final do ano). Mario Draghi não se mostrou inquieto com a força do euro, mesmo depois de a moeda única ter voltado a apreciar-se face ao dólar (1 euro = 1,206 dólares).

 

O Stoxx Europe 50 permaneceu estável, enquanto o S&P 500 perdeu 0,6% na última semana.

 

Construtores automóveis europeus aceleram

O setor automóvel europeu esteve em alta (+3,1%) depois dos bons números de vendas de veículos (+4,9%, de acordo com fontes independentes) para o mês de agosto, e de várias revisões em alta de analistas. Recomendamos a compra da BMW (+4,7%).

 

Referência no entanto para a Peugeot (-0,9%, conselho de manter), que foi acusada de vender veículos com motores diesel alterados para enganar os testes de emissões, em mais uma saga de um escândalo que já vai longo.

 

Do lado das quedas, o setor bancário europeu preferia uma subida mais rápida das taxas de juro e recuou 2,2%.

 
Bolsas
Lisboa
-1,8%
Nasdaq
-1,2%
Frankfurt
+1,3%
Nova Iorque
-0,6%
Londres
-0,8%
Paris
-0,2%
Madrid
-1,9%
Tóquio
-2,1%
Milão
-0,4%
Zurique
-0,3%
Ações
Mota-Engil
+3,2%
Impresa
-25,6%
Sonae Indústria
+1,4%
Cofina
-9,1%
EDP Renováveis
+0,7%
BCP
-6,5%
Novabase
+0,6%
Corticeira Amorim
-3,6%
Sonae Capital
+0,3%
Semapa
-2,8%
Variação das cotações entre 01/09 e 08/09, em moeda local
Maiores subidas/descidas dos títulos nacionais seguidos na PROTESTE INVESTE

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