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Conselhos independentes de investimento

A semana em bolsa: EUA em máximos

Data da publicação: 09/10/2017

A tensão na Catalunha não teve grande impacto nas bolsas europeias, que, à exceção dos países do sul da Europa, fecharam em alta. Nos Estados Unidos, a confirmação da boa saúde da economia levou as bolsas americanas a fixar novos máximos históricos. Em Lisboa, o grupo EDP penalizou o PSI-20.

Grupo EDP penalizou índice nacional

A praça nacional não acompanhou o sentimento maioritariamente positivo das congéneres mundiais e perdeu 0,3% na semana passada. Contudo, desde o início do ano, o ganho acumulado pelo índice PSI-20 é de 15,3%.

 

A penalizar a bolsa nacional esteve o grupo EDP. A casa mãe liderou as perdas, com uma queda de 5,3%, originada por alguma incerteza regulatória, pelo refrear da especulação em torno de uma eventual fusão com a espanhola Gas Natural e pelos rumores de que a China Three Gorges quer substituir António Mexia na presidência da elétrica nacional. Arrastada pela casa mãe, a EDP Renováveis caiu 1,6%.

 

Nas descidas, Jerónimo Martins (-1,9%) e CTT (-1,4%) foram outros dos títulos em queda.

 

Pela positiva, realce para o setor da pasta e do papel, que beneficiam de perspetivas positivas para a evolução dos preços. A Altri liderou os ganhos, ao subir 15,1%, e a Navigator valorizou 3,2%. Nota final para a construtora Mota-Engil (+4,8%), que continuar a beneficiar da melhoria das suas perspetivas.

 

Tensão na Catalunha com impacto limitado

A bolsa de Madrid liderou as perdas, ao recuar 1,9% na semana, mas a situação em Espanha, devido ao desafio independentista da Catalunha, acabou por ter um impacto relativamente diminuto nos restantes mercados acionistas europeus, com os investidores a apostarem numa redução da tensão entre Madrid e Barcelona. Assim, embora as praças do sul da Europa tivessem fechado no vermelho, a semana terminou maioritariamente positiva no velho continente, com o Stoxx Europe 50 a valorizar 0,5%.

 

Mesmo na bolsa de Madrid os danos foram limitados. Os títulos mais castigados foram os bancos espanhóis, o que todavia não teve um impacto muito significativo na banca europeia (-0,3%), onde apenas aconselhamos a compra do suíço UBS (+1,2%), título que passará a integrar a carteira de ações da PROTESTE INVESTE.

 

O referendo na Catalunha e os bons indicadores económicos nos Estados Unidos penalizaram a moeda única europeia, que terminou a semana em queda, com um euro a valer 1,172 dólares.

 

Bolsas americanas batem recordes

Nos Estados Unidos, os principais índices registaram novos máximos históricos, impulsionados pelos bons indicadores económicos que foram divulgados. De facto, os números do emprego e dos salários na terra do Tio Sam reforçam o cenário de uma subida das taxas de juro ainda este ano. Assim, o S&P 500 ganhou 1,2%, o Dow Jones 1,6% e o Nasdaq subiu 1,5%.

 

A nível setorial, destaque para a indústria automóvel (+4,9%) e da aviação (+7,4%), que beneficiaram de bons indicadores setoriais. Apesar dos máximos históricos, as ações americanas continuam atrativas no contexto de uma carteira de títulos diversificada.

 
Bolsas
Lisboa
-0,3%
Nasdaq
+1,5%
Frankfurt
+1,0%
Nova Iorque
+1,2%
Londres
+2,0%
Paris
+0,6%
Madrid
-1,9%
Tóquio
+1,6%
Milão
-1,3%
Zurique
+1,0%
Ações
Altri
+15,1%
EDP
-5,3%
Cofina
+8,4%
Impresa
-2,1%
Mota-Engil
+4,8%
Jerónimo Martins
-1,9%
Navigator
+3,2%
EDP Renováveis
-1,6%
NOS
+2,7%
CTT
-1,4%
Variação das cotações entre 29/09 e 06/10, em moeda local
Maiores subidas/descidas dos títulos nacionais seguidos na PROTESTE INVESTE

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