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Segurança de produtos e serviços

Cadeiras de criança: escolher e viajar em segurança

24 mai 2011
Sejam os passeios curtos ou longos, há que garantir o transporte correto dos passageiros mais novos no automóvel. A PROTESTE testou 64 cadeiras auto e indica as que melhor protegem as crianças.

As cadeiras são obrigatórias desde o nascimento até a criança completar 12 anos ou atingir um metro e meio. A escolha é feita com base no peso. No nosso teste, incluímos os vários grupos, destinados a pesos diferentes, até um máximo de 36 quilos. Para os bebés dos grupos 0 e 0+ (até aos 13 kg), a DECO PROTESTE aconselha a Bébécar Easybob Maxi SPP, entre € 109,99 e € 149, e a Chicco Key Fit, à venda por 129 euros. No grupo 1 (dos 9 aos 18 kg) a escolha recai na Chicco Key1 Isofix, entre € 239,50 e € 274,99, e na Römer King Plus, entre 240,65 e 262 euros. Um modelo do grupo 1/2/3 (dos 9 aos 36 kg) pode servir a criança por vários anos, sendo o Cybex Pallas entre € 229 e € 265 o recomendado. No grupo 2/3 (dos 15 aos 36 kg) duas cadeiras destacam-se na boa relação entre a qualidade e o preço: HTS Besafe iZi-Up X2, que custa € 144,80, e a Römer Kid, entre 149 e 159 euros.

Ao escolher, a criança deve experimentar a cadeira para garantir que fica confortável. Siga as instruções do manual na instalação e garanta que os movimentos para a frente ou laterais são mínimos. Quando trancado, certifique-se de que o fecho fica bem encaixado, na vertical e o cinto não está torcido. Se usar o cinto dos adultos, este deve assentar no ombro e não no pescoço.

Em setembro de 2010 a Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgou uma orientação recomendando o uso das cadeiras viradas para trás até aos 3 ou 4 anos. Mas o transporte de uma criança nesta posição só se afigura mais seguro quando o automóvel colide de frente. Os testes da DECO, feitos por laboratórios independentes, ao abrangerem a colisão frontal e lateral, revelam que não faz sentido recomendar em absoluto um posicionamento em vez de outro. Por isso, a DECO entende que a DGS deve alterar a sua recomendação. Também a norma de homologação das cadeiras deve ser revista para passar a exigir o teste de colisão lateral, tal como é feito nos testes há vários anos. A DECO já deu conhecimento da sua posição às entidades competentes.