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Segurança de produtos e serviços

Não se deixe apanhar pela rede!

19 mai 2016

Os recentes casos de phishing, forma de cibercrime, foram altamente prejudiciais para os consumidores, que, por falta de atenção ou informação, permitiram a invasão dos seus dados pessoais.

Os comportamentos atuais do consumidor são fortemente influenciados pela evolução tecnológica e pela globalização. Contudo, este novo mundo global e digital apresenta alguns perigos para a segurança e privacidade dos consumidores. Os recentes casos de phishing, forma de cibercrime, ocorridos em vários sectores de atividade económica, designadamente, banca e serviços de fornecimento de energia, são exemplos de situações lesivas dos direitos dos consumidores, que, por falta de atenção ou informação, permitem a invasão dos seus dados pessoais.

Os casos mais comuns começam com uma abordagem efetuada por um terceiro, que se faz passar por uma determinada entidade bancária ou prestador de serviços, através do envio de mensagens de correio eletrónico, SMS ou através de chats do facebook, whatsapp ou outra rede social.

O objetivo é conduzir os consumidores a sites falsos, que são cópias fiéis das entidades pirateadas, onde introduzem dados confidenciais que serão captados e posteriormente utilizados por este terceiro interveniente.  

Para não cair nesta armadilha, o consumidor deve evitar aceder aos serviços disponibilizados online através de links suspeitos e sempre que sejam solicitadas informações pessoais, dados da conta bancária, coordenadas do cartão matriz ou outros, mesmo que pareça ter sido solicitada pelo banco ou prestador de serviços, deverá recusar o envio desses dados.

O consumidor deve estar atento à forma como o texto está escrito e verificar se o acesso ao site está associado a um endereço seguro, isto é, se é precedido por https:// ou se a página possui um cadeado na barra inferior ou superior do seu browser.

Para se precaver deste tipo de abordagens, a DECO aconselha a manter sempre instalados no seu computador programas de antivírus e firewall devidamente atualizados, e, em caso de dúvida quanto ao teor da comunicação recebida, a contactar a entidade em causa para confirmar a veracidade da mesma.

Salientamos também a necessidade das entidades reforçarem a informação aos consumidores e os mecanismos de segurança dos seus sites, bem como é importante a denúncia destes casos aos órgãos de polícia criminal para que estes possam reforçar a sua intervenção e investigação neste âmbito, contribuindo assim para a prevenção destas situações no futuro.

O seu alerta pode fazer a diferença! Seja um consumidor atento!