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Segurança de produtos e serviços

Segurança - brinquedos

01 dez 2014

Brincar com a segurança das crianças

Seguranças dos Brinquedos - risco elevado

  •  A marcação CE é um símbolo colocado nos brinquedos pelos fabricantes e é um modo de controlar o mercado: não é uma garantia de segurança para a criança. Na verdade, há produtos que ficam de fora e aspetos de conceção e fabrico que não são contemplados. Daí exigirmos que sejam criados mecanismos que permitam uma avaliação dos brinquedos por parte de entidades independentes. Esta é sobretudo importante no caso dos que se destinam aos mais novos ou que não estão contemplados nas normas.
  • A mais recente lei relativa à segurança dos brinquedos prevê a obrigatoriedade da entidade responsável pela fiscalização – em Portugal, a ASAE -, elaborar um relatório de avaliação sobre a aplicação da lei ao final de 3 anos. Dado que esta entrou em vigor em julho de 2011, aguardamos com interesse a apresentação deste relatório e esperamos que seja divulgado aos consumidores. A segurança dos brinquedos está nas mãos dos fabricantes. Estes só devem vender produtos seguros em todos os aspetos previsíveis. Contudo, tanto ao nível da segurança como da rotulagem, há fabricantes com frequência no lado negativo das nossas tabelas.
  • Não será por má-fé ou por falta de noção da importância das regras de segurança, mas por não seguirem padrões de fabrico exigentes ou não exercerem um controlo responsável. É contra estes maus representantes da indústria dos brinquedos que defendemos que um comportamento negativo reincidente deve ser sancionado pelas autoridades. Neste sentido, é necessária uma alteração legal que o permita e que determine sanções progressivas para a reincidência.
  • Por fim, defendemos o desenvolvimento de uma base de dados europeia sobre acidentes provocados por brinquedos. Os resultados obtidos poderiam ajudar a definir, de um modo mais eficaz, uma política mais dirigida.

Brincando com os direitos - 10 marcas de brinquedos analisadas [novembro 2012]

  • Embora tenha havido uma melhoria, os brinquedos nem sempre são fabricados nas melhores condições. Os salários baixos praticados levam os trabalhadores a fazer demasiadas horas extraordinárias. Para piorar, a falta de transparência é regra na maioria das marcas.
  • Elaborar códigos de conduta e definir critérios sociais e ambientais não é suficiente, sobretudo se a sua aplicação não for controlada. As marcas devem verificar a efetiva aplicação das regras definidas junto das fábricas e corrigir as situações de incumprimento.
  • Também são necessárias políticas de compra adequadas, que incluam pagamentos e prazos de entrega decentes, de forma a impedir qualquer violação dos critérios sociais e ambientais por parte dos fornecedores.
  • As marcas devem divulgar claramente os requisitos sociais e ambientais cumpridos pelos brinquedos que vendem. Não basta afirmar que são fabricados segundo as melhores práticas, há que prová-lo.

Perigo de queimadura em dois brinquedos [dezembro 2013]

  • Em dezembro de 2013, alertámos que a Imaginarium vendia dois eletrodomésticos como brinquedos.
  • Verificámos em laboratório se a tostadeira e a máquina para fazer barras energéticas estavam de acordo com as normas de segurança europeias, obrigatórias nos eletrodomésticos, à semelhança do teste a que submetemos alguns brinquedos da marca TRISTAR à venda na Toys “R” Us que se revelaram perigosos para adultos e crianças. clique aqui