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Famílias PROTESTE: um ano a poupar com os nossos conselhos

Aumentaram poupanças, tomaram decisões mais eficientes do ponto de vista energético e ficaram com mais rendimento disponível ao fim do mês.

  • Texto
  • Ana Catarina André e Maria João Amorim
09 março 2020
  • Texto
  • Ana Catarina André e Maria João Amorim
Famílias recebem ajuda personalizada da DECO PROTESTE

João Ribeiro e Victor Machado

Como rentabilizar as poupanças? Qual a melhor solução para isolar a casa? Estaremos a pagar imposto municipal de imóveis (IMI) a mais? É possível reduzir a conta mensal de telemóvel, telefone, televisão e internet? Qual é o supermercado mais barato da minha zona? Como escolho uma cadeirinha de bebé? Qual a melhor forma de amealhar para o futuro da nossa filha, acabada de nascer?

Estas foram algumas das questões que, no último ano, nos chegaram no âmbito do projeto Famílias PROTESTE, em que uma equipa de especialistas da casa analisa as necessidades de um agregado e apresenta soluções à medida.

Desde novembro de 2018, oito famílias aceitaram participar nesta iniciativa, pedindo que as ajudássemos a minimizar gastos mensais e a encontrar as melhores soluções de consumo, em temas tão distintos como crédito, finanças pessoais, obras, impostos, aquisição de eletrodomésticos ou mudança de janelas.

A intervenção incluiu reuniões com os nossos técnicos, visitas ao domicílio e aconselhamento contínuo, que, em alguns casos, se prolongou durante vários meses.

A maioria das famílias já está a usufruir das nossas recomendações. Há quem confesse ter poupado muito na sequência da intervenção dos nossos técnicos. Os nossos conselhos permitiram mesmo que algumas famílias perspetivassem a acumulação de milhares de euros em poupanças de longo prazo.

Conheça as medidas que propusemos a oito famílias

Os Oliveiras passaram a pagar menos 173,57 euros de IMI. Diogo e Joana Marinho reduziram o leque de produtos de investimento que tinham e aumentaram o potencial de poupança, seguindo as recomendações do nosso especialista. Mariana Correia e o marido, Hugo, subscreveram a melhor solução do mercado de crédito para construção. Conheça as histórias.

Inês Maciel

 

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Inês Maciel (ao fundo) recebeu ajuda personalizada dos nossos técnicos

 

De que ajuda precisava?

Inês Maciel tem 33 anos, mas poupar para o futuro é um assunto sério. Entre outros:

  • Que plano de poupança-reforma (PPR) eleger?
  • Contratar um serviço de internet fixa, sem fidelização, a um preço vantajoso: seria possível?
  • As principais despesas de saúde de Inês destinam-se a cuidados dentários. Haveria algum seguro que oferecesse essa proteção a custo acessível?
  • A loja onde faz as compras era a mais barata? 
  • É boa ideia escolher um personal trainer? Como fazê-lo?

Valeu a pena?

“Os conselhos foram muito úteis”, afirma Inês Maciel. “Senti-me apoiada para tomar decisões.” Em breve, vai pôr uma parte das poupanças no PPR recomendado pelo nosso técnico, um produto sob a forma de fundo, sem garantia de capital. Um conselho inesperado. “Foi uma grande surpresa aconselharem um PPR com algum risco.”

Recomendámos também a criação de um fundo de reserva, para despesas inesperadas.

Quanto à internet: “Continuo a recusar-me a assinar um contrato de dois anos com uma operadora”, assegura Inês. A nossa técnica não tinha boas notícias. Um serviço só de net fixa, sem fidelização, a bom preço, ainda é missão quase impossível.

Na intervenção concluiu-se também que é difícil ter um seguro com cobertura de estomatologia a um custo acessível. “Por isso, optei por não me prender a nenhum.”

Inês levou um “Muito Bom” do nosso analista de preços em supermercados: faz as compras no mais barato da sua zona.

E recebeu ainda os conselhos essenciais para contratar um personal trainer.

Família Oliveira

 

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Os Oliveiras estavam a pagar IMI a mais
  

 

De que ajuda precisava?

O casal de matemáticos João Pedro e Odete Oliveira tem sete filhos e muitas despesas ao fim do mês. Recorreram aos conselhos dos nossos técnicos nas seguintes áreas.

  • A família queria saber se estava a pagar imposto a mais, porque não tinha pedido a atualização do valor da casa às Finanças. Em 2018, o Fisco cobrou-lhes 729,65 euros.
  • Gastavam cerca de 50 euros em carne todas as semanas, o que corresponde a dois quilos para cada refeição (são nove lá em casa). Aviavam-se no Continente e no Pingo Doce da zona onde vivem, em São Domingos de Rana, no concelho de Cascais, mas não sabiam se essa era a solução mais económica.
  • Com uma casa de nove pessoas, os gastos em luz e gás eram elevados no fim de 2018. Daí a necessidade de passar a pente fino as respetivas faturas para perceber se havia algum potencial de poupança.
  • A moradia onde vivem apresentava falhas no isolamento térmico. No inverno, havia calor que saía e não devia. No verão, havia calor que entrava, mas não era bem-vindo. Como melhorar a eficiência energética?

Valeu a pena?

“Ficámos muito satisfeitos com a intervenção”, diz João Pedro Oliveira. Depois da reunião com os nossos técnicos, o matemático pediu a atualização do IMI ao Fisco, poupando 174 euros. Com a redução no imposto, nas faturas de luz e gás (calculámos uma poupança de 15 euros por mês) e na conta do supermercado (o Jumbo da zona onde moram era mais barato do que as lojas que frequentavam), compraram um frigorífico e uma caldeira.

“Ainda não conseguimos fazer a impermeabilização da casa [como aconselhámos], porque não tivemos tempo para pedir os orçamentos, mas está na lista de prioridades.”

Família Marinho

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Os Marinhos conseguiram poupanças avultadas
  

De que ajuda precisava?

Diogo e Joana Marinho andam a amealhar para comprar casa e foram pais há pouco tempo. O advogado e a enfermeira de Viana do Castelo pediram conselhos aos nossos especialistas na área da poupança, mas também dos seguros.

  • As poupanças estavam aplicadas em 18 produtos diferentes, entre depósitos à ordem e a prazo, Certificados de Aforro e do Tesouro, seguros de capitalização, planos de poupança-reforma, fundos de investimento, ações e outras aplicações financeiras. Destes produtos, 70% eram de risco (sem garantia de capital). Seria essa a melhor estratégia para quem quer comprar casa a médio prazo?
  • Diogo era beneficiário do seguro Zurich Saúde Opção I Base + Ambulatório, com um limite de capital anual para hospitalização de 15 mil euros, sem cobertura de parto, e um plafond para consultas em ambulatório de 1000 euros. Pagava um prémio anual de 334 euros. Seria a melhor solução? Para incluir Joana e a filha recém-nascida, deveria manter o seguro ou procurar uma alternativa?

Valeu a pena?

“Pusemos os vossos conselhos em prática. Terminámos o seguro de saúde que eu tinha (e que vocês analisaram) e contratámos um novo para os dois, o MGEN/DECO, exclusivo para associados, na versão “Base” [tal como aconselhámos], e que, agora com o nascimento da nossa filha, vai ser aumentado”, conta Diogo Marinho.

O casal seguiu também as recomendações financeiras: reduziu os produtos que tinha na carteira de investimentos, dando mais peso aos de capital garantido do que aos de risco. “Fizemos o resgate progressivo do excesso de fundos de investimento. Juntámos esse capital ao dos produtos de capital garantido e subscrevemos um superdepósito. Passámos de 18 produtos para 10, e prevemos que em breve sejam somente oito”, diz o advogado, sublinhando que, graças à nossa intervenção, conseguiram uma poupança avultada.

Família Santos Rebelo

 

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Os Santos Rebelo pretendiam tornar a casa onde vivem mais eficiente energeticamente
  

 

De que ajuda precisava?

Sofia Santos e Pedro Rebelo têm três filhos e despesas fixas elevadas. Pretendiam poupar na conta da televisão e da internet, adquirir novos equipamentos para a cozinha e fazer algumas obras em casa.

  • A família Santos Rebelo gastava mais de 200 euros por mês em televisão, internet e telefone. Tinha um pacote-base da NOS, de 86,69 euros, e vários consumos adicionais.
  •  Há poucos anos, compraram um frigorífico combinado com três gavetas de congelação, que, entretanto, se tornou pequeno. Possuíam também uma velha arca frigorífica, que, apesar de ainda funcionar, tinha um consumo elevado.
  • A moradia de três pisos onde vivem, situada junto ao mar (Azenhas do Mar, Sintra), tem alguma permeabilidade à temperatura exterior. Além de quererem trocar as janelas e as portas, Pedro e Sofia pretendiam saber como poderiam melhorar o isolamento, a climatização e o sistema de águas quentes sanitárias.

Valeu a pena?

“Pusemos em prática quase tudo o que nos aconselharam [sugerimos a substituição de portas e janelas, e a instalação de isolamento entre os pisos, para, depois, se avaliar a necessidade de colocar isolamento exterior], exceto algumas questões relativas ao isolamento da casa, que trariam agora obras mais avultadas e demoradas. Avançámos com pinturas e impermeabilizações internas e externas, mas não alterámos a caixilharia, que, a par com o ar condicionado [sugestões nossas também], ficarão para o ano”, revela Sofia.

Em breve, vão trocar a arca e o frigorífico pelos aparelhos que recomendámos. Quanto à fatura das telecomunicações, graças ao nosso conselho, gastam hoje muito menos. “Foi muito importante termos conhecido de outra forma a DECO PROTESTE. A experiência com os técnicos foi muito, muito boa. A linguagem acessível e a reflexão constante foi algo de que não estávamos à espera.”

Mónica Monteiro

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Mónica Monteiro ia fazer obras e tinha várias dúvidas
  

De que ajuda precisava?

Mónica Monteiro recorreu ao projeto Famílias PROTESTE a propósito de um prédio com cerca de 50 anos, em Pombal, Leiria, que acabara de receber do pai, e que precisava de ser remodelado. Para responder às muitas dúvidas que tinha, recorremos a vários dos nossos especialistas.

  • A ideia inicial era recuperar o imóvel e arrendar as frações, aplicando o dinheiro das rendas. Seria essa a opção mais rentável? Ou o melhor era vender o prédio?
  • Que opção para ter água quente, caso Mónica decidisse ficar com o imóvel e arrendasse os apartamentos: gás de garrafa ou eletricidade?
  • Para avançar com as obras, seria preciso recorrer a um empreiteiro certificado. Quais os passos a seguir neste campo?
  • Fazer obras de beneficiação, remodelação ou conservação em zonas de reabilitação urbana traz benefícios fiscais? Mónica poderia usufruir de algum tipo de alívio fiscal?

Valeu a pena?

Mónica optou por ficar com o prédio, remodelá-lo e arrendar as frações. Fez contratos de arrendamento de dois e de cinco anos. Do encontro com os nossos técnicos, destaca sobretudo os conselhos em matéria de aquecimento da água. “Usámos grande parte da reunião a falar de energias, e decidi aceitar a vossa sugestão de colocar gás natural no prédio e substituir os fios elétricos entre os contadores e os apartamentos, para aguentarem potências mais elevadas”, conta a engenheira do ambiente, casada, mãe de duas filhas.

Quanto à empreitada, e sem prejuízo dos conselhos mais genéricos que lhe demos, Mónica seguiu a importante recomendação dos nossos juristas e dirigiu-se à câmara municipal competente para recolher todas as informações relativas às obrigações legais e fiscais (variam de município para município). Uma caminhada útil. Por exemplo, nas questões fiscais, os esclarecimentos da autarquia foram fundamentais.

Raquel Madruga

 

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Raquel Madruga (segunda à direita) queria libertar-se de um cartão de crédito antigo
 

De que ajuda precisava?

Raquel Madruga pagava juros muito altos por um cartão de crédito antigo e também queria poupar no imposto municipal sobre imóveis (IMI).

  • A professora de dança queria livrar-se de um cartão de crédito contratado em meados dos anos 1990 com uma taxa de juro de quase 27%, e de dois créditos pessoais associados ao mesmo cartão e, por inerência, à mesma taxa de juro. Por uma dívida de pouco mais de 1200 euros, chegava a pagar 30 euros de juros por mês. Que solução?
  • Raquel comprou casa em 2008. Nunca pediu a atualização do valor do imóvel às Finanças. Por outro lado, a data da casa inscrita na caderneta predial estava errada. O imóvel é mais antigo do que vem no papel, e isso deveria estar contemplado nas contas do Fisco. Como resolver?

Valeu a pena?

Os nossos técnicos concluíram que a professora de dança tinha margem para liquidar os empréstimos associados ao cartão de crédito, ver-se livre do dito cartão e ainda poupar cerca de 200 euros.

Quanto ao IMI, em 2020, poderá pagar menos 50 euros de imposto. Mas, para tal, tinha de ter ido às Finanças, até 31 de dezembro de 2019, averbar a idade correta da casa na caderneta predial e pedir uma nova avaliação do imóvel.

“A intervenção foi positiva e ajudou-me a ver as alternativas de que dispunha para melhorar a minha situação”, avalia Raquel Madruga.

Mariana Correia

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Mariana Correia precisava de ajuda para escolher o melhor crédito para construção
  

De que ajuda precisava?

Mariana Correia e o marido, Hugo, cresceram na zona de Leiria e, quando se casaram, decidiram construir uma moradia, em vez de comprarem um apartamento. Solicitaram o apoio dos nossos técnicos em questões financeiras.

  • O casal iniciou a obra com as poupanças que tinha, mas, para que os trabalhos prosseguissem, precisava de recorrer ao crédito. Mariana e Hugo já tinham feito várias simulações, mas tinham algumas dúvidas. O que ter em conta na hora de recorrer aos bancos? E qual a melhor solução para obter o financiamento pretendido, de 165 mil euros?
  • Nos últimos anos, a família de Mariana tem conseguido juntar dinheiro, optando por depósitos à ordem e depósitos a prazo. Será esta a melhor forma de rentabilizar o que vai pondo de parte?

Valeu a pena?

Para financiarem a construção da casa, Hugo e Mariana seguiram a sugestão do nosso técnico e recorreram ao protocolo que negociámos com o Crédito Agrícola, com vantagens para os nossos subscritores. “Foi, sem dúvida, a melhor proposta que tivemos”, diz Mariana. Na altura em que a intervenção teve lugar, a edificação da moradia estava no início.  

Quanto aos conselhos sobre investimentos, diz que só quando a filha for para o infantário é que vão perceber quanto conseguem pôr de parte. E conclui: “Sem a vossa intervenção, não teríamos conseguido um empréstimo com tão boas condições e, provavelmente, não aplicaríamos as nossas poupanças em nada.”

Família Conde Favinha

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Os Conde Favinha queriam saber qual a melhor cadeira auto para a filha Julieta
  

De que ajuda precisava?

Vanessa Conde e David Favinha têm em casa duas crianças pequenas, uma de 8 meses e outra de 3 anos. São elas que agora ditam as prioridades de consumo da família. Basta olhar para as áreas em que pediram a nossa intervenção.

  • Julieta ainda viaja no ovo, mas, em breve, terá de passar para as cadeirinhas seguintes (grupo 1, dos 9 aos 18 quilos, e grupo 2/3, dos 15 aos 36 quilos). Leonor, de três anos, também precisa de uma cadeira nova do grupo 2/3. Que critérios devem guiar a família? Quais as melhores opções do mercado?
  • Vanessa e David ainda não sabem quanto poderão pôr de parte todos os meses, mas querem começar a fazer uma poupança para as miúdas. Em que produto investir?

Valeu a pena?

“Ainda estamos a organizar o orçamento, quer para a questão das cadeiras do carro [sugerimos duas opções: comprar uma do grupo 1 e outra do grupo 2, ou adquirir uma do grupo 1/2/3, que permite passar diretamente do ovo para a cadeira definitiva], quer para a questão das poupanças para ambas”, afirma Vanessa.

Aconselhámos o casal a investir pequenas quantias, regularmente, no fundo de investimento Optimize Selecção Base, que replica os conselhos da PROTESTE INVESTE, e que rendeu 7,6% ao ano, nos últimos 10 anos.

“A vossa intervenção ajudou-nos a perceber quais as opções no mercado e quais as mais indicadas para as nossas necessidades e expectativas”, resume Vanessa.

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