Dicas

Como sobreviver à alfândega

Desalfandegar

Não tem de ser demasiado complicado. O aviso de desalfandegamento pede que sejam enviados para o serviço internacional dos CTT alguns documentos e dados pessoais. Nome e número de contribuinte do destinatário são sempre solicitados.

Também é pedida a fatura da compra e o comprovativo de pagamento. Mas em transações online, não é habitual haver documentos físicos. Por isso, as alfândegas aceitam print screens da compra, extratos do cartão de crédito ou comprovativos de pagamento via PayPal.

Atenção que, em algum lado, devem vir indicados os portes de envio, mesmo que tenham sido gratuitos.

A boa notícia para quem não gosta de perder tempo: pode (e deve) enviar as informações pedidas para o email que vem indicado no aviso – internacional@ctt.pt. Assim, não terá de se deslocar à alfândega de Lisboa. Para quem vive no continente, é aqui que aportam todas as encomendas vindas de países de fora da UE.

Seja rápido a enviar os documentos. O prazo para desalfandegar a mercadoria, sem custos adicionais, é de 30 dias. A partir do 31.º dia, os CTT cobram uma taxa de armazenagem de 40 cêntimos por dia, até ao máximo de 30 dias, período a partir do qual deixam de assegurar a guarda das encomendas. Nestes casos, em geral, a mercadoria é devolvida à origem.