Primeiras impressões

Drones: entretenimento caro e arriscado

07 novembro 2014

07 novembro 2014

Analisámos o Parrot AR Drone 2.0 e o DJI Phantom FC40, os dois drones mais populares com câmaras de alta definição e para uma utilização não profissional. Permitem capturar vídeos e fotos a partir de ângulos incríveis, mas a qualidade é muito baixa.

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Operações militares, vigilância policial, entrega de encomendas, inspeções imobiliárias ou filmagens: as possibilidades são vastas para a utilização de um quadricóptero, mais conhecido por drone. Trata-se de uma aeronave não tripulada, com quatro hélices, que capta imagem. 

Primeira análise a dois drones

Mas esta tecnologia promissora não conseguiu acelerar o enquadramento legal para a atividade, ainda inexistente em Portugal. Não há regras que definam os requisitos de quem pode comandar estas aeronaves, a altitude a que podem voar e os locais e as circunstâncias em que estes aparelhos podem ser utilizados pelos cidadãos.
Qualquer um pode utilizar um drone, mas também ser obrigado a indemnizar lesados por danos materiais ou por violação do direito de imagem e reserva sobre a vida privada.
Qualquer um pode utilizar um drone, mas também ser obrigado a indemnizar lesados por danos materiais ou por violação do direito de imagem e reserva sobre a vida privada.
Não se trata de um brinquedo. Qualquer um pode comprar e utilizar um drone. Mas se, ao utilizar, quebrar as fronteiras da vizinhança e violar o direito à imagem e a reserva sobre a intimidade da vida privada, poderá ser obrigado a indemnizar o lesado pelos danos sofridos. Se o drone cair em cima de um veículo, por exemplo, e causar danos materiais, o piloto também é obrigado a indemnizar o lesado.
Com uma fraca qualidade de imagem, o DJI Phantom FC40 e o Parrot AR drone 2.0 destinam-se a utilizadores amadores.
Com uma fraca qualidade de imagem, o DJI Phantom FC40 e o Parrot AR drone 2.0 destinam-se a utilizadores amadores.