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Consumo colaborativo: quando a troca leva à poupança

27 novembro 2019
consumo colaborativo

Recolha informação sobre quem está a trocar bens consigo e prefira fazê-lo em locais públicos.

Troque, mas com cuidado

Confiança é a palavra-chave neste modelo de consumo colaborativo. Algumas plataformas têm o cuidado de ajudar o utilizador a construir a sua reputação virtual, com base nas recomendações de outros utilizadores.

Antes de trocar algum bem ou serviço, para não sair lesado, recolha o máximo de informações sobre a reputação do seu interlocutor. E, sempre que possível, prefira locais públicos para concretizar as trocas de bens.

Não existe legislação específica que regule o consumo colaborativo entre particulares, pelo que não estão estipulados direitos, deveres ou garantias dos utilizadores. É certo que pode poupar dinheiro com as trocas, mas tenha consciência de que estará sempre exposto a algum risco de se cruzar com alguém menos sério. A polícia e os tribunais comuns serão o único recurso de que dispõe.

Sem enquadramento fiscal para estas iniciativas de consumo colaborativo, normalmente as trocas entre particulares não envolvem emissões de faturas ou outros documentos contabilísticos. Cabe, no entanto, ao utilizador cumprir as suas obrigações declarativas caso aufira rendimentos na sequência de transações envolvendo os seus bens e/ou serviços.