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Cães devem viajar com cinto de segurança ou na caixa transportadora

31 março 2017
Transporte de cães

31 março 2017
Os animais de companhia devem viajar sem comprometer a segurança. Para os cães, há três opções de transporte.

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A lei não especifica como devem ser transportados os animais de companhia. São considerados “seres vivos dotados de sensibilidade” e “objeto de proteção jurídica em virtude da sua natureza” pelo estatuto jurídico dos animais, que entra em vigor no dia 1 de maio. No entanto, o diploma que estabelece as medidas complementares da  Convenção Europeia para a Proteção dos Animais de Companhia estabelece que os animais devem ser transportados “em veículos e contentores apropriados à espécie e número de animais a transportar, nomeadamente em termos de espaço, ventilação ou oxigenação, temperatura, segurança e fornecimento de água, de modo a salvaguardar a proteção dos mesmos e a segurança de pessoas e outros animais”. 

Desde que a segurança dos animais, do condutor e dos ocupantes do carro esteja assegurada, há diferentes hipóteses para transportar os cães.

Caixa transportadora

É a forma mais estável de transportar a maior parte dos animais, incluindo os cães, porque os impede de se deslocarem dentro do veículo. Evitam-se distrações e comportamentos imprevisíveis, garantindo-se a segurança de todos.

Cinto de segurança

Trata-se de uma espécie de trela que faz a ligação entre o peitoral ou coleira do cão e o local onde se insere o cinto de segurança. Recomenda-se o uso de um peitoral em vez da coleira para evitar estrangulamento em caso de acidente. 

Rede ou grelha divisória

Pode ser uma alternativa para quem transporta cães na mala do carro. Basta colocar uma rede ou grelha entre os bancos traseiros e o porta-bagagens, o que evita que o cão seja projetado para a frente em caso de travagem ou acidente. Se o carro não vier equipado de raiz com este sistema ou outro semelhante, pode adquirir a rede em lojas da especialidade.

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