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Vacinas: precaução indispensável

Poliomielite

Esta doença infecciosa, também conhecida por paralisia infantil, é provocada por um vírus que ataca sobretudo as crianças. É transmitido por água ou alimentos contaminados.

O risco de contrair poliomielite diminuiu com as campanhas de vacinação massiva. Em Portugal, não há casos notificados desde 1988. Tendo em conta as graves sequelas da doença, é fundamental continuar a vacinar as crianças em todos os países. É a única forma de erradicar a doença. É importante estar protegido se viajar para países com poliomielite (alguns destinos de África e Ásia, por exemplo).

A vacina é designada no boletim de vacinas por OPV (se for em gotas) ou IPV (injetável). Na vacina em gotas, o vírus pode ser expelido nas fezes, havendo um risco de uma pessoa não vacinada contrair a doença, quando mudar ou manusear as fraldas sujas (embora seja muito raro). A vacina injetável é composta por vírus inativados, com risco nulo.

Os efeitos adversos da vacina, em particular as complicações nervosas, são muito raros: um caso em cada cinco milhões de vacinações.