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Segurança na piscina: corrente e cadeado levantam dúvidas

15 novembro 2013 Arquivado

15 novembro 2013 Arquivado

A nossa leitora Ana Alves, de Lisboa, relata que, na piscina que a filha de 5 anos frequenta, a porta da saída de emergência está fechada a cadeado, o que não a tranquiliza, em caso de acidente. Questiona a que entidade deve alertar para a situação.

Os requisitos de segurança contra incêndio em espaços públicos, como piscinas, variam em função do número de utilizadores, entre outros aspetos. Se as instalações tiveram capacidade para mais de 50 pessoas, as portas de saída devem ser dotadas de batentes que abram quando pressionados no sentido da evacuação.

Se possuírem dispositivos de trancamento, como neste caso, não devem requerer o uso de chave para abertura das portas pelo interior. Os dispositivos de encravamento têm de possuir meios de desbloqueamento simples e imediato, mesmo com má visibilidade, e que não dificultem a passagem de pessoas.

As portas de saída utilizadas por mais de 200 pessoas devem ser equipadas com barras antipânico.

Além disso, os dispositivos de segurança destinados a impedir a utilização abusiva das portas de saída carecem de aprovação prévia pela Direção Geral dos Espetáculos (DGESP) ou pela câmara municipal.

Aconselhámos a leitora a tirar fotografias da saída e a enviar uma denúncia à entidade fiscalizadora responsável, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica. Uma semana depois, Ana informou-nos que a corrente e o cadeado tinham sido retirados.


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