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Jogos de vídeo e apps: como controlar os mais pequenos

16 julho 2015
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16 julho 2015

Na Europa, há sistemas de classificação para os jogos de vídeo e também o Google Play adotou medidas. Conheça como funcionam.

Mal conhecem as letras e os números, mas já sabem o que fazer com as opções de tablets e smartphones. As crianças estão cada vez mais habituadas a usar dispositivos móveis desde a mais tenra idade e é imprescindível protegê-las dos perigos da rede.

Os jogos de vídeo são um dos passatempos favoritos de muitas crianças e adolescentes. Contudo, os conteúdos, temas e gráficos mais sensíveis poderão exigir alguma maturidade. Por esse motivo, foram criados sistemas para monitorizar e classificar os conteúdos dedicados aos jovens.

A nova classificação da Google Play
À imagem dos sistemas europeu PEGI e americano ESRB, o Google decidiu também classificar as apps na sua loja, em função da idade dos utilizadores. Assim, o Google Play agrupou as aplicações dedicadas a menores sob uma categoria denominada "Família", subdividida por faixas etárias: "até 5 anos", "6-8 anos" e "a partir dos 9 anos". Este sistema do Google permite classificar e filtrar as apps em função dos conteúdos.

Os sistemas de classificação europeu e americano
O sistema de classificação PEGI (Pan European Game Information), criado e aplicado desde 2003 em mais de 30 países europeus, expõe, no catálogo de jogos de vídeos vendidos no território europeu, um logo com a indicação da idade recomendada, abaixo da qual o jogo não deve ser comprado e utilizado. 

Um critério semelhante é aplicado nos jogos vendidos nos Estados Unidos, através do chamado sistema ESRB (Entertainment Software Rating Board). Para ter uma ideia, um jogo com a indicação PEGI 12 poderá conter elementos com alguma violência dissimulada, embora limitada. Já um destinado a adolescentes (PEGI 16), poderá incluir alguma violência, sexualidade ou temas “quentes”, à imagem daquilo que surge diariamente nos ecrãs de televisão.

Supervisão dos pais é fundamental
Todos estes instrumentos são úteis, é certo, mas não substituem o controlo e a supervisão parentais. Apenas serão eficazes se forem usados corretamente. As crianças estão expostas desde cedo às mais recentes tecnologias e devem ser acompanhadas ao longo do crescimento e aprendizagem. Os tablets e smartphones não são simples brinquedos.


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