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Cadeiras de refeição para bebés: testámos 15 modelos

A opinião de Andreia, Rita e Sabina

Entrevistámos três mães, para conhecer a sua opinião sobre as cadeiras que os filhos experimentaram, mas também o que consideram importante na escolha deste produto.

Andreia Arenga e Alice, 19 meses

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Para Andreia, é essencial que a cadeira de refeição seja confortável para o bebé, mas sobretudo fácil de limpar. Segundo esta mãe e autora do blogue sobre maternidade “Em bicos de pés”, “quando o bebé aprende a comer, há sempre comida que fica espalhada por todo o lado: no tabuleiro, no assento, no apoio para os braços, no chão. Desde cedo que a deixo explorar os alimentos com as mãos. Recentemente também já começou a usar os talheres sozinha, mas acaba sempre por deixar cair a comida para fora do prato. Imagine a bagunça que fica no final da refeição! Se os materiais não forem fáceis de limpar, dificulta tudo.” Andreia destaca ainda a importância de a cadeira ter de ser fácil de montar, transportar e arrumar. Também deve ocupar pouco espaço.

Para garantir o conforto das crianças, esta mãe salienta que o assento e o encosto devem ser almofadados. Alerta ainda para que os pais verifiquem se há espaço suficiente entre o tabuleiro e o encosto, para a criança não se sentir apertada na cadeira. A existência de apoio para os pés também é, para Andreia, um ponto a verificar.

A cadeira é usada para as refeições de Alice, mas também para a menina fazer companhia à mãe enquanto esta prepara a refeição. Segundo Andreia, “é uma forma de entretê-la enquanto dou avanço a algumas tarefas difíceis de fazer quando tenho de lhe dar toda a atenção.” Regra geral, a cadeira só é fechada à noite, quando já não é necessária.

Para uma limpeza fácil, Andreia salienta que o tabuleiro deve ter uma base de plástico removível e lavável. Também aprecia materiais plastificados, por serem fáceis de limpar com uma toalhita ou um pano húmido, após a refeição.

Rita Oliveira e Maria e Luísa, 17 meses

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As filhas de Rita experimentaram o modelo que obteve o título de Melhor do Teste. Para esta mãe o mais importante na escolha da cadeira é o conforto do bebé. Rita defende que a criança deve ficar sentada com uma boa postura e a cadeira deve permitir “aos pais darem a comida facilmente, sem terem de se inclinar muito sobre a cadeira, bem como pôr e retirar o bebé com facilidade.” Apesar de ter achado a cadeira Joie Mimzy LX muito confortável, referiu ser pouco prática para sentar e retirar as filhas. 

A montagem inicial da cadeira é simples e, no dia-a-dia, também fica pronta a usar com facilidade. Sentar e tirar as filhas nem sempre foi fácil. Segundo Rita, como o assento é muito envolvente é um pouco difícil sentar e retirar as crianças. “É preciso termos um pouco mais de atenção quando estamos a passar as pernas da criança, para ficarem bem sentadas. Mas tem a vantagem de os pezinhos ficarem assentes”, garantiu Rita.

Quanto à facilidade de limpeza, esta mãe achou prático o tabuleiro extra que encaixa no principal, sobretudo porque o podia retirar, levar para a cozinha e lavar. Já o assento, considerou menos prático de limpar. “Como é almofadado, implica mais cuidado para limpar migalhas que fiquem entaladas nas frestas e requer uma limpeza mais profunda. Não é para todos os dias”, afirmou Rita.

Sabina Extreia e Simão, 22 meses

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Para Sabina, a facilidade de limpeza da cadeira é um dos pontos que mais pesa na escolha. “Comprei duas cadeiras: uma quando o Simão era mais pequeno e, um pouco antes dele fazer 1 ano, comprámos outra que fosse muito fácil de limpar” confessou Sabina. O modelo que compraram foi, curiosamente, o Ikea Antilop (com tabuleiro), a Escolha Acertada, que enviámos para experimentar. Segundo esta mãe, basta passar um pano húmido na cadeira e no tabuleiro, para sair a sujidade.

Sabina considera esta cadeira fácil de montar. “São quatro pés e duas peças: em 5 minutos está montada”, explicou. Por esta razão e por ser muito leve, costuma levá-la, com facilidade, para qualquer lado. “Com frequência, quando vamos para fora, levamos a cadeira, porque é tão fácil de transportar que acabamos por colocá-la no carro e usar onde fizer falta”, garantiu Sabina.

Quanto a Simão, esta mãe indicou que gosta de estar sentado na cadeira. Salientou ainda que a criança fica com uma postura mais direita do que numa cadeira almofadada. “Comer também é simples. Quando ele come sozinho, tem uma altura adequada ao tamanho do Simão, mas, se for preciso ajudá-lo, é fácil virar a cadeira e dar-lhe de comer” finalizou Sabina.