Guia de compras

Fraldas: guia de compras

18 dezembro 2020
Plano aproximado da parte inferior do corpo de um bebé, onde se vê em destaque os pés e as pernas rechonchudas, dobradas, e parte da fralda que o bebé está a utilizar.

Escolher o tamanho certo para cada bebé contribui para evitar “acidentes”. A prática diária ajudará os pais a perceberem quando está na altura de mudar.

“Recém-nascido”, “primeiros passos”, “máxima absorção” ou outra, qualquer que seja a designação das fraldas, escolher o tamanho certo ajuda a evitar “acidentes”. Se forem demasiado pequenas, podem não ter capacidade para absorver o chichi de uma noite inteira. Sendo grandes, podem permitir fugas na zona das pernas e da cintura. Em regra, as marcas segmentam as fraldas consoante o peso dos bebés, mas só a prática do dia-a-dia ajuda os pais a perceber quando está na altura de atualizar o tamanho.

A absorção é o critério mais valorizado pelos pais. A maioria das fraldas testadas, tanto na versão clássica como do tipo cueca, mantêm o bebé seco durante toda a noite. Mas a respiração da pele, a ausência de fugas, a adaptação ao corpo da criança e a facilidade de pôr e tirar são aspetos que também devem ser considerados. A estas análises, juntámos a pesquisa de substâncias nocivas para o bebé, como os hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, que têm potencial cancerígeno e mutagénico, mas não as detetámos.

As nossas Escolhas Acertadas, do tipo clássico ou cueca, permitem uma poupança anual próxima de 120 euros face à média dos produtos testados, num cenário de utilização de cinco fraldas por dia. Esteja atento às promoções nos supermercados e vá gerindo o stock doméstico. Muitas vezes, as marcas mais caras estão à venda a metade do preço.