Dossiês

Segurança online: como proteger os mais novos

06 outubro 2014
Segurança online

06 outubro 2014

Mais de 60% das crianças e dos adolescentes fala diariamente em salas de conversação online. A pensar na sua proteção, a União Internacional das Telecomunicações (UIT) lançou o projeto global Child Online Protection.

Bullying online: o que fazer

Os mais jovens usam a Internet para partilhar sentimentos, preferências e eventos. No entanto, uma vez que publicam algo, deixam de ter controlo sobre a informação. Pode ser usada por terceiros para brincadeiras que parecem inofensivas, mas com possíveis consequências graves. Isto porque, como a sua identidade está em processo de desenvolvimento, são mais vulneráveis aos mexericos e ao bullying (agressão e coacção entre jovens). 

A família e os professores devem saber identificar e prevenir o bullying. Quando a intimidação é feita através da Internet, é importante ignorar as mensagens. A criança ou o adolescente pode bloquear o agressor (também denominado bully), já que a maior parte dos programas de e-mail e de mensagens instantâneas permite criar bloqueios aos contactos indesejados. Com a ajuda dos pais, a situação deve ser denunciada à escola (em caso de colegas), ao site ou à operadora que presta o serviço (se o bullying for através de SMS).

É importante guardar as ameaças escritas e as fotografias, pois ajudam a identificar o bully e são potenciais provas. As situações mais graves, nomeadamente as ameaças de violência física, devem ser reportadas à polícia. O bullying é considerado crime a partir dos 16 anos.