Como testamos

Como testamos comida para gato

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Em laboratório, analisamos a composição nutricional da comida seca e húmida para gato, bem como a qualidade da matéria-prima. 

Para avaliar a qualidade das rações para gatos, levamos em consideração diferentes aspetos da composição. Analisámos vários parâmetros em laboratório, para verificar se o produto atende às necessidades do gato e a qualidade das matérias-primas utilizadas. Na avaliação, tivemos por base o guia nutricional com orientações para a alimentação de cães e gatos da Federação Europeia da Indústria de Alimentos para Animais de Estimação (FEDIAF).

Com todos estes resultados, verificamos, por um lado, se a ração atende às necessidades do animal nos parâmetros ou nos nutrientes mais críticos e, por outro lado, fazemos uma avaliação da qualidade das matérias-primas com base em medidas, como a quantidade de fibras e de hidratos de carbono (indicadores de matéria-prima vegetal), a taxa de oxidação das gorduras, a presença de cartilagem ou excesso de cálcio, etc.

Teste completo à comida para gato

Proteína

Os gatos precisam de uma certa quantidade de proteína diária, mas as mesmas têm de ser digeríveis e de fácil assimilação, algo que também medimos. Também é importante que a composição em aminoácidos se ajuste às necessidades do gato. Especialmente importante é a quantidade de taurina, um aminoácido essencial para este animal de estimação.

Gordura

As gorduras são um dos ingredientes mais caros, mas também o mais importante na alimentação dos gatos. A sua presença é importante, em quantidades adequadas, para que a ração forneça calorias suficientes. Se a ração tiver baixa densidade calórica, o felino precisará de comer mais para atender às suas necessidades, o que significa que teremos que comprar mais quilos de ração. Ou seja, no final também afeta o preço a pagar para alimentar o gato. Mas, além da quantidade, é importante monitorar a qualidade, principalmente a presença de ácidos gordos insaturados, como o ácido araquidónico, e uma quantidade adequada de ácidos gordos e ómegas 3 e 6. Verificamos também se a gordura já se encontraria rançosa ou oxidada.

Hidratos de carbono

Os gatos são carnívoros bastante rigorosos, mais do que os cães. Por isso não precisam de nenhum elemento vegetal na dieta. Mas é impossível fazer ração seca, que geralmente é extrudida (como as massas que os humanos comem), sem usar alguma fonte de hidratos de carbono, seja cereais, leguminosas, batata ou batata-doce. No laboratório, verificamos não haver excesso de hidratos de carbono, sobretudo de amido.

Os gatos também não gostam de muita fibra. Os limites não devem ser ultrapassados.

Minerais

No laboratório, verificamos haver quantidade suficiente dos minerais mais importantes: cálcio, fósforo e zinco. No caso do cálcio, o problema pode ser o excesso, e não a falta, devido ao uso de farinha de carne com osso, carne separada mecanicamente, nas quais as quantidades de cálcio podem ser muito elevadas.

Vitaminas

Verificamos ainda a quantidade de vitaminas A e E, importantes para o gato. 

Preços

Calculámos, por produto, a quantidade de ração que seria necessária para alimentar um gato de cinco quilos e o seu custo em euros, tanto diariamente, como anualmente. Existem poupanças significativas ao optar por uma das rações nomeadas com o título de Escolha Acertada, ou seja, com a melhor relação entre a qualidade e o preço.

 

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