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Teste a detergentes da roupa: abrimos as portas do laboratório

15 março 2016
Desvendamos parte dos nossos testes em laboratório a detergentes para a roupa de várias marcas.

Fomos ao local do “crime”, onde a roupa e as nódoas põem à prova os detergentes. Acompanhámos os funcionários do laboratório num dia igual a tantos outros, em que o objetivo é responder sem equívocos: este detergente é bom ou mau?

Medições confirmam resultados

Para trás, ficam os sons das máquinas e dos agrafadores. Numa sala à parte, a análise química impera, para verificar se os fabricantes estão a cumprir o estabelecido, determinando-se tensoativos, fosfonatos e branqueadores óticos, entre outros ingredientes. Uma roda-viva de máquinas, tubos, rotativas e tubos de ensaio.

A sala de medição é outro mundo. Nesse espaço, o espetrofotómetro é o rei e mede a eficácia do detergente a retirar a nódoa, a brancura e o encardimento. O tecido é colocado debaixo de um tubo, a uma luz com determinado cumprimento de onda. A luz incide e uma parte é refletida. O detergente é tanto melhor quanto maior for a diferença entre a luz refletida do tecido antes e após ser lavado.
O espetrofotómetro mede a eficácia do detergente a retirar a nódoa, a brancura e o encardimento.
O espetrofotómetro mede a eficácia do detergente a retirar a nódoa, a brancura e o encardimento.
A análise química permite verificar se os fabricantes estão a cumprir o estabelecido, determinando-se tensoativos, fosfonatos e branqueadores óticos, entre outros ingredientes.
A análise química permite verificar se os fabricantes estão a cumprir o estabelecido, determinando-se tensoativos, fosfonatos e branqueadores óticos, entre outros ingredientes.