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Teste a detergentes da roupa: abrimos as portas do laboratório

15 março 2016
Desvendamos parte dos nossos testes em laboratório a detergentes para a roupa de várias marcas.

15 março 2016

Fomos ao local do “crime”, onde a roupa e as nódoas põem à prova os detergentes. Acompanhámos os funcionários do laboratório num dia igual a tantos outros, em que o objetivo é responder sem equívocos: este detergente é bom ou mau?

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São 9 da manhã e a azáfama já é notória na pequena sala do laboratório que testa detergentes para a roupa. Pelos corredores, as janelas deixam-nos vislumbrar o corrupio. O cheiro a detergente e um ruído de fundo constante recebem-nos. Algumas máquinas de lavar já começaram a trabalhar e há cestos com toalhas e tecidos empilhados, a par de detergentes ao longo de prateleiras e por cima dos tampos das máquinas. As marcas alinham-se em bateria para o escrutínio e há papéis em sítios estratégicos para preencher e apontar informações a não esquecer. 

O ruído de 30 máquinas é sequencial: enquanto umas centrifugam, outras começam a enxaguar. Abre gaveta da máquina, põe detergente, fecha gaveta — um gesto repetido intermináveis vezes por dia para, em última instância, se responder à pergunta: bom, mediano ou mau? As nódoas saem? O branco fica mais branco? E as cores, mantêm o mesmo tom? Para as respostas serem inequívocas, nada pode ser deixado ao acaso. Tira, enche, liga, avalia, tecidos com nódoas, agrafa, põe na máquina... Um trabalho manual, paciente e repetitivo. Tudo em prol do consumidor, para ajudar a fazer a melhor escolha.

Um dia no laboratório

Além de lavagens, nódoas e medições, os estudos também se fazem com preços. O nosso último estudo a detergentes, que pode consultar ao lado, revela que, com o Persil Mix Power Caps, gasta 44 cêntimos por lavagem, mais 33 do que com as nossas Escolhas Acertadas. Parece irrisório, mas, por ano, contabilizando 288 lavagens, esta diferença transforma-se nuns significativos 95 euros.


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