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Placa de cozinha com injetores errados

10 julho 2013 Arquivado

10 julho 2013 Arquivado

Vendedor e empresa de instalação não se responsabilizavam pela instalação de placa de gás com chama que queimava utensílios. Nuno Silva, de Loures, esperou quase meio ano por uma solução.

Nuno Silva, 58 anos, de Loures, comprou uma placa de cozinha a gás na loja IKEA em junho de 2012, por 299 euros. Assim que a estreou nos seus cozinhados, o nosso associado verificou que a chama deixava manchas negras nos tachos e panelas.

Este é um sinal de que existe uma combustão defeituosa que, só por si, não é perigosa, mas exige a verificação por um técnico.

Três portas fechadas
Nuno Silva reclamou junto da IKEA. A loja aconselhou-o a contactar a empresa TNB que tinha instalado a placa. Desta empresa, o nosso leitor foi encaminhado para o fabricante do equipamento. Mas a marca Whirlpool exigia que Nuno pagasse a deslocação de um técnico para analisar o problema.

Ao fim de alguns meses, o nosso associado conseguiu a visita de um técnico da empresa de instalação, que concluiu ser necessário mudar os injetores de gás na placa. Nuno possui gás propano canalizado e os injetores instalados não eram os adequados.

Três semanas depois, Nuno ainda aguardava a visita do técnico. A empresa de instalação “empurrava” de novo a solução para o fabricante da placa. Cansado deste impasse, em outubro, Nuno pediu a nossa ajuda.

6 meses à espera de solução
Aconselhámos Nuno a reclamar à IKEA por carta registada com aviso de receção. Como não foi suficiente, interpelámos a loja.

Contactaram o nosso associado e substituíram os injetores de gás da placa. Nuno garantiu que a situação estava resolvida e que a chama da placa já não provocava problemas.

Cerca de três semanas depois do nosso contacto, a IKEA garantiu já ter contactado o associado para agendar a intervenção na placa. Nuno confirmou.