Dicas

Varinhas fazem magia na cozinha

01 janeiro 2009 Arquivado

01 janeiro 2009 Arquivado

Estão cada vez mais versáteis: com a ajuda dos acessórios adequados, transformam-se em batedeiras e picadoras, permitindo cumprir com distinção um sem-número de tarefas culinárias.

As varinhas são pequenos electrodomésticos sem segredos. A montagem e desmontagem dos componentes e peças, a selecção da velocidade, a maneabilidade e a limpeza são operações acessíveis a qualquer utilizador. No entanto, pelas suas dimensões e peso, há modelos pouco práticos para mãos mais delicadas.

Espírito camaleónico

  • As varinhas podem ser simples ou trazer de origem diversos acessórios. Dependendo dos equipamentos com que são vendidas (picadora ou varas para bater), permitem cinco funções: amassar, triturar, bater, misturar e picar. Assim, tanto é possível confeccionar a maionese que vai acompanhar uma salada, bater as natas ou claras em castelo a juntar à massa de um bolo ou, ainda, picar a cebola indispensável a um bom refogado.
  • Para tal, basta mudar ou acoplar as lâminas, o picador ou as varas. Aliás, alguns fabricantes anunciam que os seus aparelhos, sem os acessórios específicos, não são adequados para certo tipo de alimentos, como, por exemplo, grãos de café, chocolate em barra, noz-moscada e gelo.
  • Por vezes, as varinhas são vendidas com um copo graduado, um passador e um mecanismo de fixação à parede. Uma grande parte permite a lavagem de todas as peças na máquina da louça, excepto a zona do motor.

Desempenho quase perfeito

  • Embora os modelos simples tenham mais dificuldade a picar avelãs e salsa, o desempenho destes aparelhos é quase sempre muito bom. Triturar alimentos e confeccionar maionese são tarefas ao alcance de qualquer varinha, com ou sem acessórios. Mas, quando estes existem, outras possibilidades se abrem: bater natas ou claras em castelo ou picar mais tipos de alimentos, por exemplo. As varinhas com equipamento de origem também se comportam à altura das exigências.
  • No passado, estes aparelhos apresentavam problemas de segurança eléctrica e mecânica, colocando o consumidor em risco. A questão foi entretanto ultrapassada. Mesmo assim, ao fim de um certo tempo, alguns sofrem de sobreaquecimento ao nível do motor e deixam de funcionar.