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Aspiradores: conheça o mais indicado para si

06 abril 2015
Clássicos, verticais e robôs; fique a saber mais sobre o mundo dos aspiradores e descubra o melhor para as suas necessidades.

Clássicos, verticais e robôs: o mundo dos aspiradores diversifica-se. O nosso guia ajuda a escolher.

A etiqueta energética

O objetivo desta revolução é levar à extinção dos aspiradores com uma potência elevada e obrigar os fabricantes a conceber produtos mais eficazes e com menor consumo. Para tal, uma diretiva europeia estabeleceu desempenhos mínimos de consumo, eficácia e potência para os aparelhos colocados à venda a partir de setembro de 2014. Entre outros, devem ter:

  • uma potência máxima de 1600 watts (passa a 900 watts a partir de 2017);
  • um consumo anual máximo de 62 kWh por ano (calculado com base num cenário de 50 operações de limpeza por ano numa superfície de 87 metros quadrados);
  • uma capacidade de sucção superior a 70% em tapetes e a 95% em pavimentos duros.

Conseguir esses desempenhos depende sobretudo de um bom design, de uma boa qualidade de construção e de uma elevada capacidade de sucção. Por exemplo, quanto menos perda de potência existir nas junções entre os tubos ou entre o tubo e a escova, melhor será a eficácia. Uma potência elevada não garante a excelência, mas uma fatura de eletricidade mais pesada.

Consideramos que este é um primeiro passo importante. Mas tem alguns pontos críticos. Por exemplo, a etiqueta considera a eficácia de limpeza em fendas metálicas, o que é pouco realista, provavelmente ninguém tem fendas dessas em casa. Além disso, alguns ensaios têm uma grande tolerância ao nível dos resultados, o que permite a alguns fabricantes adaptar a classe de eficiência.

As novas regras apenas se aplicam aos aspiradores clássicos e aos modelos verticais com cabo elétrico. Os modelos a bateria (como os robôs) e a água ficam fora desta regulamentação. Estão também excluídos os aspiradores de exterior e os centrais, bem como as polidoras de pavimentos.