Como testamos

Aspiradores robô: como testamos

16 maio 2016
Como testamos aspiradores robô

16 maio 2016
Medimos a qualidade de aspiração em superfícies distintas: chão duro, paredes, cantos, fendas e carpetes.

Geralmente, são redondos, com diâmetro entre 34 e 36 cm e uma altura de 8 ou 9 centímetros. O peso varia entre os 3 e os 4 kg. Apresentam inúmeras opções para programar a limpeza.

Medimos o desempenho em superfícies distintas: chão duro, paredes, cantos, fendas, carpetes e aspiração de fibras similares ao pelo de animais, etc. Pusemos os robôs perante uma situação real, numa sala de estar mobilada com cadeiras, sofás, mesas, cortinas, candeeiros de pé e cabos elétricos. Previamente, colocámos cerca de duas dezenas de pequenos montes de cereais de pequeno-almoço.

O objetivo era avaliar a capacidade de deteção dos sensores: por exemplo, junto aos pés de uma cadeira e de um candeeiro e atrás de cortinas, entre outros obstáculos. Alguns sensores falharam a detetar obstáculos e, ao puxar o cabo elétrico do candeeiro, chegaram mesmo a deitá-lo abaixo.

Avaliámos também a eficácia de aspiração e de limpeza dos pequenos resíduos sólidos (cereais).

Se receia que estes aspiradores caiam pelas escadas, não se preocupe. Todos os modelos passaram neste teste, ou seja, detetam desníveis.

As paredes virtuais ou as bandas magnéticas podem ser bastante úteis. Tal como o nome indica, criam uma barreira para gerar, por exemplo, um espaço delimitado numa sala para que o robô se mantenha só no seu interior.

Também valorizamos a facilidade de utilização, as funções dos diferentes programas e a autonomia.

 


Imprimir Enviar por e-mail