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PROTESTE INVESTE debate reforma em conferências

A PROTESTE INVESTE organiza, com o jornal ECO, nos próximos dias 28 e 29 de outubro, duas conferências online sobre reforma.

20 outubro 2020
Conferências Proteste Investe

A reforma foi o tema escolhido para as duas conferências online organizadas pela PROTESTE INVESTE, o serviço da DECO PROTESTE para os investidores. O evento irá realizar-se nos dias 28 e 29 de outubro, com o apoio do jornal ECO.

Inscrever-se nas conferências

A primeira conferência será sobre a evolução demográfica e o futuro das pensões de reforma, um olhar sobre a sustentabilidade do atual sistema de segurança social e o papel do Estado.  A segunda incidirá sobre as alternativas ao modelo atual e como os cidadãos podem acautelar o esgotamento da capacidade da segurança social. Formas alternativas de investimento e o papel das empresas serão outros temas do painel.  

Poupar para a reforma, e cada vez mais cedo

As conferências online são também uma forma de assinalar o Dia Mundial da Poupança, que se comemora a 31 de outubro. 

A PROTESTE INVESTE alerta com frequência para a necessidade de poupar e aplicar as poupanças cada vez mais cedo, num PPR, por exemplo, quer seja para enfrentar imprevistos, como as consequências económicas da pandemia que vivemos, como para preparar a reforma e a esperada quebra de rendimentos.

É cada vez mais importante mudar mentalidades, sensibilizar para a necessidade de poupar a longo prazo para a reforma e erradicar a ideia de que o PPR é só para fazer aos 40 anos. Além de serem uma forma diversificada de investir a longo prazo, os PPR têm a vantagem de terem benefícios fiscais associados. Se já tem um PPR, compare a sua rentabilidade com os melhores do mercado na nossa ferramenta Ganhe Mais no PPR.

A preparação da reforma e a sustentabilidade da segurança social é, assim, um dos temas mais pertinentes no contexto atual. 

Repensar as contribuições para a segurança social

O atual sistema de pensões baseia-se no princípio da solidariedade intergeracional, em que as pessoas em idade ativa pagam as pensões dos reformados. No entanto, vários fenómenos sociais podem afetar este modelo: o envelhecimento da população e a consequente subida do número de pensionistas na sociedade; o aumento da esperança média de vida; a queda da natalidade e a inevitável diminuição da população ativa; e ainda a deterioração das condições de trabalho e salariais. 

Todos esses fatores podem gerar uma sociedade cada vez mais envelhecida, com mais custos de saúde e menores contribuições da classe ativa. Tal poderá conduzir a fortes cortes das pensões de reforma, pelo que várias organizações e instituições têm alertado para a necessidade de se adotarem sistemas complementares de planeamento das reformas.

É o caso, por exemplo, da organização do regime de pensões em torno de três pilares, ideia inicialmente proposta pelo Banco Mundial (em 1994), mas incentivada também pelo FMI e a OCDE. Este regime assentaria num primeiro pilar, público e obrigatório, financiado por contribuições ou impostos, e teria como objetivo assegurar pensões aos mais desfavorecidos. O segundo pilar seria privado, de base profissional ou individual, de caráter obrigatório, baseado na capitalização real das contribuições e sem efeitos redistributivos. Quanto ao terceiro pilar seria voluntário, privado (profissional ou individual), baseado em capitalização real e incentivado pelo Estado. 

Em suma, teríamos as pensões do Estado em primeiro, os fundos de pensões com contribuições das empresas em segundo, e um conjunto de produtos, como os PPR, que dependeriam da escolha e da livre iniciativa dos particulares em terceiro.

 

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