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PPR escapam a agravamento fiscal

22 janeiro 2013 Arquivado

22 janeiro 2013 Arquivado

Os planos de reforma fugiram ao agravamento fiscal que atingiu os investimentos e, por isso, alguns estão aptos para a carteira de quem tem entre 40 e 55 anos.

Bastou 1 ano para que a taxa de tributação sobre o rendimento da maioria das aplicações de aforro subisse de 21,5% para 28 por cento. Os ganhos obtidos nos depósitos, nos Certificados de Aforro e nas Obrigações do Tesouro foram alguns dos que tiveram a fiscalidade agravada.

Todavia, os planos de poupança-reforma (PPR) são um caso à parte: se a aplicação durar, pelo menos, 5 anos e se o resgate ocorrer dentro das condições previstas na lei (na aposentação, após os 60 anos, em caso de desemprego de longa duração, doença grave, incapacidade para o trabalho, falecimento do titular ou para pagamento das prestação do crédito à habitação própria permanente), o rendimento será tributado a 8 por cento. Esta legislação passou incólume às alterações fiscais.

Com o aumento da tributação dos outros instrumentos financeiros, os PPR ficaram ainda mais em vantagem. Fizemos uma simulação para verificar o impacto dessa vantagem fiscal. Se investíssemos num PPR durante 10 anos, a render 4% por ano, e o resgate ocorresse de acordo com a legislação, renderia 3,6% por ano. Nos PPR, há que contar com as comissões de subscrição e entrega e, neste caso, assumimos 0,7 por cento. Se o investimento fosse feito por 40 anos, o rendimento anual líquido seria de 3,8 por cento.

Se o mesmo investimento fosse feito num fundo misto internacional (o caso das nossas Escolhas Acertadas), tributado a 28% e a render 4% brutos por ano, no período de 10 anos conseguiria 3,0% líquidos e 3,2% se fosse pelo prazo de 40 anos. Ou seja, a diferença é de 0,6% por ano. Pode parecer pouco, mas, no longo prazo, graças à capitalização, pode fazer diferença no pé-de-meia de reforma. Consulte a análise completa no portal PROTESTE INVESTE.


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