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Poupar para a reforma sem os seguros PPR

20 setembro 2016
O investimento em ações comporta mais riscos do que os seguros PPR, mas permite obter rendimentos superiores.

20 setembro 2016
A descida das taxas de juro para mínimos históricos fez cair o rendimento e atratividade dos seguros PPR. Aconselhamos os produtos de poupança para a reforma mais rentáveis e adequados a cada perfil e idade.
O investimento em seguros PPR caiu, até julho, 35% face ao ano passado, segundo dados da Associação Portuguesa de Seguradores (APS). Com o rendimento a diminuir, estes produtos de capital garantido tornaram-se menos atrativos.

Cerca de 90% das pessoas que investe em PPR escolhe produtos na forma de seguro. À semelhança de outras aplicações de capital garantido, o rendimento destes seguros tem diminuído. Em 2015, por exemplo, os seguros PPR renderam apenas, em média, 2% brutos, enquanto nos últimos três anos possuíam rendimento médio de 2,4 por cento.

A PROTESTE INVESTE continua a recomendar o investimento em PPR, especialmente para quem não tem montantes elevados. Esta é uma forma de constituir um pé-de-meia para o futuro, com entregas de pequenos montantes, aplicados de forma diversificada.

Existe uma grande variedade de produtos PPR (cerca de uma centena em comercialização e quase 600 no mercado). O principal desafio é escolher o mais adequado ao perfil de quem investe. A ideia é diminuir o risco à medida que a reforma se aproxima.

Uma pessoa de 30 ou 40 anos, que ainda esteja longe de reformar-se, por exemplo, deverá optar por um PPR que aplique uma parte da sua carteira em ações. Geralmente são PPR sob a forma de fundo e sem capital garantido, mas com um potencial de rendimento superior a longo prazo.

Se estiver próximo da reforma (idade superior a 55 anos), deverá optar por um seguro PPR com capital garantido. Desta forma, previne-se com uma poupança nos anos que antecedem a aposentação. Consulte o artigo completo com os nossos conselhos no portal da PROTESTE INVESTE.

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