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As deduções à coleta de IRS já foram a maior fatia do rendimento destes produtos. De tal forma que eram a principal razão que levava à subscrição de PPR. Em 2011 mudaram as regras e, apesar de teoricamente se manterem os benefícios fiscais, foram definidos limites máximos de deduções, consoante o escalão de rendimento. Agora pretende acabar-se definitivamente com este incentivo.

Agravamento do resgate antecipado
Em caso de resgate antecipado, em vez dos atuais 21,5%, estes produtos poderão passar a ser tributados como a maior parte das aplicações financeiras, ou seja, a 28%. Se o resgate ocorrer fora das condições, mas entre cinco a oito anos após a subscrição, é aplicada uma taxa de 22,4%; para PPR com mais de 8 anos é aplicado 11,2%. Se forem cumpridas as condições dos PPR, os resgates são taxados a 8%. Nesses casos, nada muda. 

Transfira se quiser ganhar mais
O cerco aos PPR aumenta. A cada ano que passa, os benefícios fiscais vão encolhendo. O que resta? O que deveria restar da boa gestão de um produto deste tipo: o rendimento. Mas elevadas comissões e produtos desadequados para o perfil originam diferenças enormes no rendimento. 

Se ainda não simulou se vale a pena ou não transferir o seu PPR, faça-o o quanto antes. Cada dia que passa e deixa o seu dinheiro adormecido num produto de baixo rendimento são muitos milhares de euros perdidos no final. Aceda ao nosso simulador.