Primeiras impressões

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A proposta inicial para a ajuda financeira a Chipre incluía, como parte do acordo, a aplicação de uma taxa sobre todos os depósitos para que o Estado cipriota pudesse financiar parte do seu próprio resgate. Como é sabido, essa proposta foi parcialmente abandonada. A decisão final, embora em termos práticos seja semelhante, assumiu uma forma bastante diferente. E, ao contrário do que é habitualmente referido, não está relacionada só com a proteção dos depósitos até 100 mil euros. A primeira ideia consistia num imposto sobre os depósitos, a qual foi chumbada pelo Parlamento cipriota. A proposta que viria depois a ser adotada não é um imposto, nem uma taxa, no sentido estrito do termo.

Poucas semelhanças com Portugal
Por cá, os bancos nacionais já foram recapitalizados e nada indicia que necessitem de ser liquidados ou reestruturados. Nesse sentido, os depositantes não têm motivos para recear que o seu dinheiro seja usado para salvar os respetivos bancos. Quanto aos fundos de investimento, ainda há menos razões para preocupações. O património dos fundos é independente e não constitui um passivo dos bancos, ao contrário dos depósitos. Em risco só estariam os depósitos realizados pelo fundo junto de um banco que eventualmente entrasse em falência.

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