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Três produtos financeiros para vencer a inflação

03 dezembro 2015

03 dezembro 2015

A inflação é o inimigo das poupanças, especialmente as de curto prazo e baixo risco. Sugerimos três soluções de capital garantido para ganhar à subida generalizada dos preços.

A inflação é a subida generalizada dos preços. É natural que os preços dos produtos, que habitualmente compra, subam ao longo do tempo. Por essa razão, € 1000 hoje valem mais do que € 1000 daqui a 10 anos. Para 2016, o Banco de Portugal estimou uma taxa de inflação de 1,2 por cento. Ou seja, aquilo que compra hoje com € 1000, no final do próximo ano vai custar-lhe 1012 euros. Se tiver em consideração que a maioria das aplicações financeiras rende menos do que isso, significa que, em termos reais, ainda que coloque o dinheiro numa conta bancária a prazo, por exemplo, o mais provável é perder valor. A média de um depósito de € 5000 a um ano é atualmente de 0,3% líquida, muito abaixo da inflação prevista. Por isso, procure sempre aplicações com rendimento acima da taxa de inflação. Só dessa forma garante que, no longo prazo, o seu mealheiro está a engordar. A PROTESTE INVESTE sugere três soluções de capital garantido para ganhar à inflação: depósitos, certificados e seguros.

Depósitos promocionais até 1,4%
Esta é uma boa altura para constituir um depósito numa instituição bancária diferente. Se tem dinheiro à ordem ou mesmo a prazo, mas a render quase nada, ponha o seu dinheiro a mexer. Aplique-o num mais rentável e com um prazo mais alargado: 12 meses é o prazo que aconselhamos. Aproveite as contas promocionais para novos clientes ou novos montantes, especialmente na banca online, onde não cobram custos de manutenção.

O depósito mais rentável é o Invest Choice Novos Depósitos, para novos montantes a aplicar no Banco Invest, assegurando uma taxa de 1,4% líquida durante os próximos 12 meses. É a única instituição que oferece um depósito a 12 meses acima da taxa de inflação prevista. Contudo, para abrir conta nesta instituição é exigido um mínimo de 5000 euros.

Certificados do Tesouro podem render mais de 1,6%
Este produto de dívida pública é especialmente interessante se o puder manter durante cinco anos, uma vez que a taxa de juro é crescente. Em termos brutos, no primeiro ano paga 1,25%, no segundo rende 1,75%, 2,25% no terceiro, 2,75% no quarto, e 3,25% no quinto ano. No quarto e quinto ano, ao valor da taxa de juro citada, acresce ainda um prémio, a ser divulgado pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida (IGCP), correspondente a 80% do crescimento médio real do produto interno bruto (PIB); o prémio tem lugar apenas no caso de crescimento médio real do PIB ser positivo. Em termos anuais efetivos líquidos, se mantiver durante os cinco anos, esta aplicação proporciona um rendimento de 1,6 por cento. E, se no quarto e quinto ano as previsões do PIB se verificarem, poderá chegar aos 2 por cento.

Seguros ganharam até 4% brutos em 2014
No caso dos seguros de capitalização, temos o rendimento do passado e não podemos fazer previsões sobre o futuro. Em 2014, renderam, em média, 2,2% brutos, mas a nossa Escolha Acertada chegou aos 4 por cento. São cada vez mais apresentados como alternativa aos depósitos. Além disso, beneficiam de vantagem fiscal. O Generali + Poupança é a nossa Escolha Acertada e ganhou 4% brutos em 2014 e 4,5% nos últimos cinco anos. A vantagem destes produtos é a estabilidade do rendimento e uma tributação inferior se mantiver por mais de cinco anos. A desvantagem desta categoria são as elevadas comissões cobradas que, em alguns casos, anulam o rendimento.

Consulte a análise completa no portal PROTESTE INVESTE.


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