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Compensa ou não abrir conta num novo banco para usufruir de uma taxa promocional para novos clientes? Cada vez menos. Parecem distantes os dias em que os bancos seduziam os clientes com taxas de juros elevadas. Não foi assim há tanto tempo que os juros eram maximizados para atrair novos capitais aos bancos. Basta recuar 1 ano: era possível encontrar superdepósitos com taxas anuais brutas de 6% (4,5% depois de impostos).

Os superdepósitos são depósitos a prazo desenhados especialmente para captar novos clientes ou novos recursos. Geralmente são os que apresentam as melhores taxas do mercado. Contudo, a maioria destes depósitos tem um prazo curto, variando entre 3 e 12 meses.  Hoje, os depósitos mais generosos que premeiam os novos clientes e os novos montantes oferecem taxas anuais líquidas de 2,9 por cento. Podem ser constituídos no Banco Big, no Banco Invest, no Best Bank e no Finantia.

Há três razões para esta diminuição das taxas de juro dos depósitos. Em primeiro lugar, a contínua descida das taxas de juro de referência do mercado, como a Euribor. Se, no início de 2012, a Euribor a 12 meses rondava 1,9%, em meados de março de 2013 estava pouco acima de 0,5 por cento. Esta queda acentuada foi arrastando consigo todos os depósitos. Por outro lado, no ano passado, o Banco de Portugal voltou a apertar os limites às taxas de juro, agravando as penalizações aos bancos que apresentassem remunerações superiores a um determinado patamar. A cereja no topo do bolo foi a subida da taxa de imposto sobre o rendimento que se verificou no início deste ano. Em pouco mais de 1 ano, a taxa de imposto passou de 21,5% para 28%, sempre a encolher o rendimento líquido dos depósitos.

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