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Regras para investir com segurança

22 janeiro 2014 Arquivado

22 janeiro 2014 Arquivado

Preservar as poupanças é um desafio permanente. Cada vez mais existem esquemas sofisticados de extorsão. Saiba como proteger o seu património do amigo do alheio.

Uma semana antes do Natal passado, a Target, o segundo maior retalhista de desconto dos Estados Unidos da América, anunciou que informação sobre cartões de débito e de crédito de cerca de 40 milhões dos seus clientes foram recolhidos ilegalmente dos seus servidores. A imprensa local indica que os ladrões injetaram um vírus em todos os terminais informáticos que processam os cartões bancários para o retalhista, retendo informação sobre os nomes dos clientes, os números dos cartões, as datas de validade e os códigos de segurança.

Este roubo exemplifica apenas o desafio permanente em preservar o capital amealhado. Os aforradores são constantemente confrontados com propostas de investimento que podem ser ruinosas ou, mesmo fraudulentas. Ao investir nelas pode rapidamente arruinar as suas poupanças. Para prevenir, a PROTESTE INVESTE apresenta-lhe as principais armadilhas financeiras que lhe podem surgir no futuro. Ao contrário do roubo de informação na Target, estes esquemas podem ser facilmente evitados.

Ladrões andam à pesca
O phishing é, provavelmente, o método mais frequente de roubar informação financeira. A palavra phishing é uma corruptela de fishing, cuja tradução do inglês é “pescar”. Esta fraude consiste nisto mesmo: os ladrões tentam “pescar” códigos de acessos de contas bancárias, números de cartões de débito ou de crédito e outros dados pessoais potencialmente valiosos através do envio de mensagens eletrónicas. Na prática, o agente fraudador tenta fazer-se passar por uma entidade credível, normalmente a própria instituição financeira de que o alvo é cliente, solicitando informação confidencial.

Nunca forneça os seus dados pessoais por via eletrónica ou, mesmo, telefónica. Se o fizer, pode estar a permitir que desconhecidos acedam à sua conta bancária e esvaziem o seu património. Se isto acontecer e reclamar junto da entidade financeira, esta provavelmente declinará qualquer responsabilidade e acusá-lo-á de ser negligente, invocando que forneceu os seus dados voluntariamente. Inclusivamente, existe jurisprudência de entidades financeiras serem ilibadas de indemnizar clientes alvo de phishing.

Consulte a análise completa no portal PROTESTE INVESTE.


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