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Recomendacões à medida: poupar para o futuro do filho

20 novembro 2013 Arquivado

20 novembro 2013 Arquivado

"O património ainda é reduzido, mas queremos gerir bem as poupanças e o aforro do nosso filho de sete anos. Por onde devemos começar?"

Por terem ambos profissões de risco (são agentes da Polícia de Segurança Pública), A.N. e a esposa preocupam-se muito com o futuro do filho de 7 anos. É por isso que todas as suas remunerações, além do vencimento de base, são canalizadas para as poupanças do descendente.

Apesar disso, a família não constituiu uma aplicação específica para o filho: o dinheiro está junto com a restante poupança. Entre algumas ações da EDP (adquiridas na primeira fase de privatização), Certificados de Aforro, um depósito a prazo e outro à ordem, a família tem cerca de 16 mil euros aplicados, dos quais 6 mil são do filho. Porém, o património está desequilibrado e necessita do auxílio da equipa de analistas da Proteste Investe.

O fundo de emergência da família deve valer cerca de 11 mil euros, o equivalente a 6 meses de gastos. Este dinheiro pode ficar repartido igualmente entre o depósito a prazo mais generoso e Certificados de Aforro. Os restantes 5 mil euros devem ser conduzidos para uma carteira diversificada de fundos. Consulte a análise completa no portal PROTESTE INVESTE.