Notícias

Recomendações à medida: família cresce mais do que património

28 junho 2013 Arquivado

28 junho 2013 Arquivado

A gestão da carteira do agregado ficou em segundo plano com o nascimento das filhas e com a mudança de casa. Veja os conselhos da PROTESTE INVESTE para este caso real.

Depois do nascimento da Ana, em novembro do ano passado, Luís e Fátima perceberam que a família, que inclui ainda a pequena Mónica, não caberia durante muito mais tempo no pequeno apartamento no centro de Setúbal.

Após alguns meses de pesquisa, orientaram-se: estão prestes a adquirir uma casa nova com mais um quarto e a arrendar o antigo apartamento. No balanço, o esforço financeiro é maior, mas ainda conseguirão poupar mensalmente 150 euros dos salários conjuntos de 2500 euros. Isto é possível porque a casa nova será comprada ao banco, a um preço baixo e com condições privilegiadas de financiamento.

Luís e Fátima querem um património para o longo prazo (preocupam-se com a reforma), mas que poderá, dentro de vários anos, servir para amortizar parte do crédito à habitação com o objetivo de reduzir o prazo do financiamento. Se não o fizerem, no vencimento do empréstimo, Luís terá 77 anos e Fátima 70 anos.

Um casal com 2 filhas deve constituir imediatamente uma poupança de emergência equivalente a 6 meses de salários, alertam os analistas da PROTESTE INVESTE (o que equivale a 15 mil euros), procurando o melhor depósito a prazo a 1 ano do mercado. O casal também tem vindo a reforçar nos fundos Santander Acções Portugal e Santander PPA.

Os analistas da PROTESTE INVESTE não aconselham os planos de poupança em ações, porque os benefícios fiscais à entrada foram extintos. Por isso, Luís e Fátima devem resgatar o Santander PPA. Consulte a análise completa no portal PROTESTE INVESTE.