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PROTESTE INVESTE responde às dúvidas mais frequentes dos investidores

23 julho 2014 Arquivado

23 julho 2014 Arquivado

Na busca do melhor destino para as poupanças, todos os aforradores acabam por ter dúvidas semelhantes.

A par das dúvidas mais gerais que assolam todos aqueles que poupam e querem assegurar uma maior tranquilidade financeira, há um conjunto de questões que são típicas de quem se lança no mundo dos investimentos. Ao ler os exemplos, que de seguida lhe apresentamos, é muito provável que se reveja num ou noutro caso. Estar consciente dos obstáculos, fazer estas perguntas a si próprio e entender as justificações inerentes às respostas é meio caminho andado para ter muito mais sucesso nas suas decisões de investimento.

“Aplicar na dívida do Estado é seguro? A saída da troika não agrava o risco de incumprimento? Posso comprar Certificados do Tesouro e ficar descansado?”

O pedido de ajuda financeira externa por Portugal deixou muitos aforradores preocupados. Os cenários de reestruturação da dívida pública nacional e, até, a saída da zona euro constituíram, e ainda são, uma fonte de receio para vários portugueses.

Com a saída da troika nada indica que o risco tenha aumentado. Ao invés, assiste-se ao prolongamento da normalização na forma como a dívida pública portuguesa é avaliada pelos mercados e a consequente descida do nível das taxas de juro das obrigações emitidas pela República Portuguesa. Além disso, o Estado português continuará sob atenta vigilância das autoridades europeias.

Neste cenário, os Certificados do Tesouro Poupança Mais, que apresentam uma taxa anual líquida mínima de 3% a 5 anos, são indiscutivelmente uma aplicação interessante. Por isso, a PROTESTE INVESTE continua a recomendá-los para investir por prazos entre 3 e 5 anos. A hipótese de incumprimento financeiro por parte do Estado é altamente improvável, mas não há aplicações 100% seguras. Não dedique mais de 25% das suas poupanças aos títulos de dívida pública. Faça as contas com a ajuda do simulador da PROTESTE INVESTE.

“O meu gestor de conta sugeriu um depósito a prazo que pode render 5% em 12 meses. É uma boa aposta?”
Nos últimos anos, a legislação que regula os depósitos veio por termo a alguns abusos, nomeadamente na publicidade. No entanto, quando comercializam depósitos com juros variáveis e dependentes de fórmulas de cálculo, os bancos continuam a colocar maior ênfase em rendimentos que muito dificilmente serão alcançados pelo depositante. Por norma, a probabilidade de atingir o ganho máximo anunciado é muito remota. Tal como nos depósitos tradicionais, sabe-se que no final do prazo receberá a totalidade do capital investido, mas arrisca-se a ter o dinheiro parado nestes depósitos “especiais” durante muito tempo recebendo um juro baixo ou até mesmo nulo. Para desvendar se um depósito indexado é interessante é preciso estimar o seu rendimento esperado, uma tarefa que não está ao alcance da maioria dos clientes.

Consulte outras questões frequentes no portal PROTESTE INVESTE.