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Os depósitos estão seguros?

11 abril 2013 Arquivado

11 abril 2013 Arquivado

O impacto do resgate financeiro ao Chipre não passou indiferente a muitos outros europeus, nomeadamente aos portugueses.

Pela primeira vez desde a eclosão da crise da dívida na zona euro, o salvamento de um país implicou o recurso ao dinheiro dos depositantes. Há quem critique ferozmente as opções da União Europeia e do FMI, mas também é defensável a legitimidade de exigir contrapartidas a um paraíso fiscal e que o Chipre é um caso único na zona euro.

A verdade estará muito provavelmente a meio caminho, mas não impede que se retirem duas importantes conclusões deste atribulado processo: primeiro, os depósitos deixaram de ser intocáveis; segundo, a UE assumiu implicitamente a garantia dos montantes até 100 mil euros, independentemente da solvabilidade dos sistemas financeiros nacionais. Por outras palavras, os pequenos aforradores estão mais seguros, mas os maiores depositantes têm um risco acrescido.

As probabilidades de algo semelhante acontecer em Portugal são muito reduzidas, mas não é um cenário impossível. Veja os conselhos da equipa financeira PROTESTE INVESTE.


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