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Obrigações do Tesouro ofuscadas pelos Certificados do Tesouro

25 junho 2014 Arquivado

25 junho 2014 Arquivado

Não compre Obrigações do Tesouro: agora rendem 2% por ano numa década. Venda as que tiver e aplique em Certificado do Tesouro.

Até há bem pouco tempo, adquirir Obrigações do Tesouro era um bom negócio. Aliás, segundo a avaliação dos analistas financeiros da PROTESTE INVESTE, era a forma mais rentável de aplicar as poupanças de médio ou de longo prazo com capital garantido. Todavia, os sinais de recuperação económica, o aumento da credibilidade nacional e a saída da troika do país conduziram à subida das cotações destas obrigações, que se negoceiam na bolsa, refletindo-se automaticamente numa diminuição substancial dos rendimentos potenciais até à maturidade dos títulos.

A redução dos rendimentos foi tão rápida como tinha sido a subida dos juros quando estalou a crise financeira nacional. É por isso que os nossos analistas mudam agora a recomendação sobre Obrigações do Tesouro: se ainda tem títulos na carteira, venda-os já.

A recuperação das cotações registadas pelas Obrigações do Tesouro foi tão drástica que colocou alguns rendimentos até à maturidade em valores negativos. Isto atualmente acontece nas obrigações que se vencem até fevereiro de 2016. São os prazos mais largos que rendem mais aos aforradores, mas, mesmo assim, muito pouco: a 5 anos, o rendimento anual líquido é de 1% e a 10 anos é de 2%. Consegue mais com os melhores depósitos a prazo ou noutras aplicações de baixo risco e capital garantido, como os Certificados do Tesouro Poupança Mais ou os Certificados de Aforro.

Consulte a análise completa no portal PROTESTE INVESTE.


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