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Futebol: 12 respostas sobre os negócios da bola

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Os clubes são ricos? Como conseguem contratar jogadores por tantos milhões, quando não ganham títulos? Respondemos a tudo sem clubismos.

12 janeiro 2018
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Thinkstock

Com algumas exceções notáveis, a maioria dos clubes não dá lucro de forma sustentada. Quem ganha de facto com o futebol são os seus atores: jogadores, treinadores e agentes desportivos. E Portugal está num lugar de destaque em todas estas frentes: não nos bastou sermos campeões europeus em 2016. 

A grande rivalidade do futebol moderno, que opõe o “nosso” Ronaldo ao argentino Lionel Messi, estende-se dos relvados às contas bancárias. Na época 2016/2107, Ronaldo ultrapassou-o na lista dos jogadores mais bem pagos pela primeira vez. A revista France Football estima que o português tenha recebido 87,5 milhões de euros, contra os “apenas” 76,5 milhões de Messi.

Quando se fala de treinadores de futebol, a figura incontornável é outro português: José Mourinho. À frente do histórico Manchester United, o Special One terá sido o treinador de futebol mais bem pago do mundo (época 2016/17): cerca de 28 milhões de euros, de acordo com dados da France Football.

Não é só dentro de campo, ou no banco do treinador, que os portugueses “dão cartas”. O mais poderoso agente desportivo no mundo do futebol é Jorge Mendes. De acordo com a lista elaborada pela revista Forbes para a temporada que acabou em 2016, Jorge Mendes negociou mais de 720 milhões de dólares em transferências, o que terá rendido à sua empresa, a Gestifute International, cerca de 72 milhões de euros em comissões. Estes valores põem Mendes como o segundo agente desportivo (não só do futebol) mais poderoso do mundo, intrometendo-se entre os agentes que trabalham nas influentes ligas desportivas dos EUA. Cristiano Ronaldo está entre os seus clientes.